APROVAÇÃO DE TRUMP DESABA PARA 31% E ATINGE O PIOR NÍVEL DA HISTÓRIA DE SUA CARREIRA POLÍTICA; CONFIRA

(crédito: imagem reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto)


Por: Alvaro Neves.

Postagem publicada às 18h30 desta segunda-feira, 19 de outubro de 2026.

A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu para 31%, registrando o pior índice de desempenho de toda a sua trajetória na Casa Branca. De acordo com o mais recente levantamento nacional Reuters/Ipsos, divulgado nesta segunda-feira (19 de outubro de 2026), a desaprovação ao governo republicano também escalou e atingiu o recorde negativo histórico de 66%.

A pesquisa online foi realizada entre os dias 16 e 19 de outubro com 1.679 adultos norte-americanos, incluindo 1.279 eleitores registrados, o estudo apresenta uma margem de erro de dois pontos percentuais para a amostra geral e de três pontos para o eleitorado registrado. O declínio na popularidade de Trump é generalizado, superando os índices positivos em todas as áreas temáticas avaliadas pelo instituto:

➦Custo de vida: Saldo líquido de -54 pontos.

➦ Economia: Saldo líquido de -45 pontos.

➦ Política internacional: Saldo líquido de -34 pontos.

➦ Imigração: Saldo líquido de -20 pontos.

A acentuada deterioração no apoio popular é atribuída, principalmente, ao desgaste econômico doméstico agravado por tensões externas. O estopim para a crise de popularidade reside nos desdobramentos dos ataques militares ordenados contra o Irã, que desencadearam um forte impacto geopolítico e uma subsequente disparada nos preços dos combustíveis.

Com a inflação energética pressionando diretamente o bolso das famílias americanas, 68% dos entrevistados declararam desaprovar ativamente a condução da economia pelo Executivo — um salto severo que atraiu rejeição inclusive dentro de sua própria base, com 37% de republicanos autodeclarados criticando suas diretrizes financeiras. Pela primeira vez em mais de uma década nas sondagens da Reuters/Ipsos, o Partido Democrata passou a ser visto numericamente pelo público geral como o mais qualificado para gerir a economia (40% contra 33%).

A derrocada nos números presidenciais gera um reflexo direto nas projeções para as eleições de meio de mandato (midterms), agendadas para o próximo dia 3 de novembro. A votação renovará a totalidade dos assentos da Câmara dos Deputados e um terço do Senado, hoje sob controle da legenda aliada a Trump.

No cenário de voto genérico para o Congresso, os democratas abriram uma vantagem de 12 pontos percentuais, liderando as intenções com 47% contra 35% dos republicanos. Esta é a maior distância pró-oposição registrada em todo o atual ciclo eleitoral, impulsionada de forma massiva pelo eleitorado feminino, que prefere candidatos democratas por uma margem de 50% a 32%.

Especialistas e agregadores estatísticos apontam que a perda do controle legislativo poderá inviabilizar por completo a agenda da Casa Branca nos dois anos restantes do mandato de Trump, paralisando projetos prioritários e expondo o governo a uma severa barreira institucional até o fim do período presidencial.


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Com apuração do Blog Eterno Aprendiz. 

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