(crédito: imagem reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto)
Por: Alvaro Neves. Postagem publicada às 6h22 desta quarta-feira, 09 de setembro de 2026.
A carta dos ex-ministros do Supremo Tribunal Federal foi
enviada digitalmente na noite de domingo, 6 de setembro de 2026, com divulgação
oficial na segunda-feira, 7 de setembro. O documento foi formalmente endereçado
e entregue ao atual presidente do STF, ministro Edson Fachin.
Os detalhes sobre quem assinou, quais são os termos do
documento e o contexto da entrega estão detalhados abaixo:
O
manifesto reuniu a assinatura de 13 ministros aposentados e ex-presidências da
Corte.
Néri da Silveira
Francisco Rezek
Sydney Sanches
Celso de Mello
Carlos Velloso
Ilmar Galvão
Nelson Jobim
Ellen Gracie
Cezar Peluso
Ayres Britto
Joaquim Barbosa
Eros Grau
Rosa Weber.
Ministros como Luís Roberto Barroso, Ricardo
Lewandowski e Marco Aurélio Mello não assinaram o manifesto. Barroso justificou
que pretendia focar em construir canais internos e informais de diálogo com a
atual composição para mediar a crise.
A carta é considerada
sucinta e contundente, seus principais pontos determinam: O grupo define o
atual cenário institucional como a "mais aguda crise" da história do
Supremo.
Exigem a convocação urgente de uma sessão pública do Plenário
para que o tribunal determine uma investigação "imediata e rigorosa"
sobre os fatos recentes, respeitando o devido processo legal.
Manifestam total confiança
na condução firme de Edson Fachin e alertam que as recentes revelações
comprometem gravemente o prestígio e a autoridade da Corte, além da
estabilidade das instituições democráticas.
O texto foi estratégico; não cita nominalmente nenhum
ministro em atividade (como Alexandre de Moraes ou André Mendonça), não detalha
episódios específicos e também não pede o afastamento de nenhum integrante,
visando manter a união institucional.
******* Com apuração do Blog Eterno Aprendiz. |
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