TRUMP RECUA E DESISTE DE COBRAR TAXA SOBRE NAVIOS NO ESTREITO DE ORMUZ; CONFIRA
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| (crédito: foto reprodução do Instagram 'IA ' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 17h05 desta terça-feira, 14 de julho de
2026.
Informação foi divulgada por meio da Truth Social
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, desistiu
da ideia de cobrar uma taxa de 20% das embarcações que quiserem atravessar o
Estreito de Ormuz sob a proteção dos EUA. Por meio de sua rede social, Trump
disse, nesta terça-feira (14), que, em vez de cobrar tarifas, seu país terá,
como contrapartida, novos acordos de comércio e investimentos com os países da
região.
Ele, no entanto, reafirmou que seguirá com a ideia de manter
um “bloqueio completo” para embarcações que tenham, como origem ou destino,
portos iranianos.
“Com base em conversas altamente produtivas com a liderança
do Oriente Médio, decidi substituir a taxa de reembolso de 20% dos Estados
Unidos por acordos de comércio e investimento que os vários Estados do Golfo
estarão transformando nos Estados Unidos”, disse Trump por meio da Truth Social.
“Como todos sabem, temos o maior investimento em dólares nos
Estados Unidos, de qualquer país da história, mas esses novos investimentos
tornarão esse número ainda maior, e veremos fábricas, plantas [industriais] e
equipamentos serem instalados nos Estados Unidos em níveis históricos, o que
criará milhões adicionais de empregos americanos de alta remuneração”,
acrescentou.
Região estratégica
Na segunda-feira (13), Trump disse que os EUA passariam a
controlar o Estreito de Ormuz e que a segurança das embarcações ficaria a cargo
de suas forças militares. Ele, então, anunciou que iria cobrar um reembolso de
20% sobre a carga transportada pelas embarcações que transitarem pela região.
O controle do Estreito de Ormuz é estratégico, por se tratar
de uma rota vital para o fornecimento global de petróleo – motivo pelo qual
tornou-se um dos principais campos de batalha no conflito entre EUA e Irã.
"Seremos reembolsados, porque as outras nações são muito
ricas. Elas estão do nosso lado e não podemos esperar que façamos isso de
graça", argumentou o presidente estadunidense.
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Com informações e foto da Agência Brasil.





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