MÁRCIO CANELLA: 'ALEXANDRE DE MORAES MANDA SOLTAR PRÉ-CANDIDATO AO SENADO E EX PREFEITO DE BELFORD ROXO'; CONFIRA
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| (créditto: foto reprodução do Instagram) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 3h40 desta sábado, 11 de julho de 2026.
O ministro Alexandre de Moraes determinou a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, na noite desta sexta-feira, 10 de julho de 2026, o pré-candidato ao Senado pelo União Brasil havia sido preso em flagrante na última terça-feira (07), após a Polícia Federal encontrar um fuzil calibre 5,56 dentro de um de seus veículos durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne.
Apesar de considerar legal a prisão em flagrante realizada
pela Polícia Federal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que
a custódia preventiva poderia ser substituída por medidas cautelares
alternativas.
Para deixar o complexo penitenciário de Bangu 8, Márcio
Canella e o policial militar Antônio Gomes da Silva Neto (que atuava em sua
segurança e também foi beneficiado pela decisão) deverão cumprir as seguintes
exigências:
- Tornozeleira eletrônica:
Uso obrigatório e imediato do equipamento de monitoramento.
- Recolhimento domiciliar:
Proibição de sair de casa no período noturno e durante os
finais de semana.
- Retenção de passaporte:
Entrega obrigatória do documento à Justiça, ficando proibidos
de deixar o país.
- Apresentação periódica:
Comparecimento semanal perante o Juízo de Execução Penal do
Rio de Janeiro.
- Suspensão de porte:
Cancelamento imediato de qualquer documento de porte de arma
de fogo em nome de ambos.
- Contexto da Prisão
A defesa de Canella sustentou no processo que o fuzil
apreendido pertencia, na verdade, a um dos policiais militares responsáveis por
sua escolta regulamentar.
O ministro Alexandre de Moraes destacou em seu despacho que
essa alegação sobre a real propriedade do armamento restrito deverá ser
devidamente esclarecida ao longo das investigações.
A Operação Unha e Carne apura um suposto esquema criminoso de
lavagem de dinheiro envolvendo uma rede de postos de combustíveis no Rio de
Janeiro, com movimentações estimadas em R$ 7,6 bilhões. Mais detalhes sobre o
andamento do caso e repercussões políticas podem ser acompanhados em portais de
notícias como o G1 e o UOL.
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Com apuração do Blog Eterno Aprendiz.









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