IMBLÓGLIO AVISTA I: ‘PDT ACIONA STF PARA ANULAR ELEIÇÃO DE DOUGLAS RUAS COMO PRESIDENTE DA ALERJ’
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| (crédito: foto reprodução arquivo do Blog Eterno Aprendiz) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 9h07 desta terça-feira, 21 de abril de
2026
Petição assinada pelo presidente nacional do partido, Carlos
Luppi, pede a realização de um novo pleito com voto secreto
O PDT (Partido Democrático Trabalhista) entrou com uma ação
no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo a anulação da eleição que levou
Douglas Ruas (PL) à presidência da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do
Rio de Janeiro) na última sexta-feira (17). A ação foi protocolada por Carlos
Luppi, presidente nacional do partido, nesta segunda-feira (20).
A sigla, representada no parlamento pelos deputados estaduais
Martha Rocha e Vitor Júnior, pede na ADPF (Arguição de Descumprimento de
Preceito Fundamental) a convocação de um novo pleito, desta vez com voto
secreto, "em conformidade com o modelo constitucional federal e a
jurisprudência desta Suprema Corte". Para o PDT, o processo eleitoral foi
conduzido por regras cuja validade jurídica é "fortemente
questionável"
Segundo comunicado publicado pelo partido, a escolha de Ruas
como presidente da Alerj se configura como uma "afronta a preceitos
fundamentais da Constituição da República". O diretório já tinha tentado
suspender a eleição com voto aberto na Justiça do Rio antes do pleito, mas teve
o pedido negado.
O partido argumenta para que a prática de "voto nominal
aberto" seja declarada incostitucional "por violação aos preceitos
fundamentais da Constituição Federal" e se encaixa em um contexto de
"fragilização institucional". Segundo a peça, o pedido pelo voto
secreto é motivado pela "proteção da autonomia parlamentar".
Como informado pela CNN, a eleição que ocorreu na sexta foi
marcada por boicotes da oposição, que não concordava com o formato aberto da
votação. Foram 45 parlamentares presentes e 25 ausentes. Douglas Ruas foi
eleito com 44 dos 35 votos necessários.
Essa é a segunda tentativa de anular a eleição de Ruas. A
primeira, também assinada pelo PDT, foi um mandado de segurança aceito pelo
TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). À época, a sigla argumentou que,
com a saída do então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), seria
necessário refazer o cálculo do quociente eleitoral, o que poderia alterar a
composição do parlamento e, consequentemente, abrir espaço para novos
candidatos à Presidência da Casa.
Desde aquele episódio, parlamentares da oposição têm
defendido que a votação seja secreta, sob a alegação de que o modelo é
necessário para proteger os deputados de pressões e possíveis retaliações.
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Com informações CNN Brasil



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