EX-GALA DA GLOBO ASSUME PRESIDÊNCIA DE PARTIDO E PROPÕES QUE FORÇAS ARMADAS CONTROLEM A SEGURANÇA PUBLICA NO RJ; CONFIRA
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(crédito: foto reprodução retirada de filmagem de Mário Gomes, vídeo publicado no You Tube)
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 13h32 deste sábado, 07 de março de
2026.
Proposta defendida por Mário Gomes sugere uso das Forças
Armadas na segurança pública do Rio. Créditos: Imagem ilustrativa criada por IA
– uso editorial.
A discussão sobre segurança pública no Rio de Janeiro ganhou
um novo capítulo após o ator Mário Gomes, conhecido por seus trabalhos em
novelas da TV Globo, assumir um cargo de liderança em um partido político em
formação e defender o uso das Forças Armadas no combate à violência urbana.
O artista passou a ocupar a presidência de honra do partido
Direita Brasil, uma nova sigla que ainda está em processo de criação e
organização política. Segundo o movimento, o partido afirma defender a pátria e
os direitos fundamentais constitucionais, além de propor medidas mais rígidas
para enfrentar a criminalidade no país.
Ao assumir o cargo simbólico na nova legenda, Mário Gomes
voltou ao debate público ao divulgar uma proposta considerada polêmica: a
criação de um abaixo-assinado pedindo que as Forças Armadas controlem a
segurança pública nas ruas do Rio de Janeiro.
Proposta defende atuação militar contra a violência
De acordo com o ator, a iniciativa surge como resposta ao
aumento da sensação de insegurança na cidade.
Ao divulgar a proposta, ele afirmou que muitos moradores já
não se sentem seguros para circular pelas ruas da capital fluminense.
“Ninguém aguenta mais tanta violência, não podemos nem ao
menos sair de casa com tranquilidade”, declarou.
A ideia apresentada por Mário Gomes sugere que militares das
Forças Armadas possam assumir parte das funções de segurança pública, atuando
diretamente nas ruas para combater o crime organizado e reforçar o
policiamento.
No Brasil, a participação das Forças Armadas em ações de
segurança pública pode ocorrer por meio das chamadas operações de Garantia da
Lei e da Ordem (GLO), autorizadas pelo governo federal em situações
consideradas excepcionais.
Essas operações já foram realizadas em diversas ocasiões,
inclusive no próprio Rio de Janeiro, quando tropas do Exército, Marinha e
Aeronáutica atuaram temporariamente em apoio às forças policiais.
Assalto na Barra da Tijuca marcou posicionamento do ator
O discurso mais duro do ator em relação à segurança também
foi influenciado por um episódio vivido por ele recentemente.
Em dezembro do ano passado, Mário Gomes foi vítima de um assalto dentro de sua própria casa, localizada na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.
Durante a invasão, criminosos amarraram membros da família e
levaram cerca de 50 mil reais em dinheiro, além de joias.
O caso acabou reforçando o posicionamento do ator nas redes
sociais, onde ele passou a defender medidas mais duras contra o crime.
Segundo ele, episódios como esse demonstram que a violência
atinge moradores de diferentes regiões da cidade.
Novo partido ainda precisa de registro oficial
O Direita Brasil, legenda que conta com Mário Gomes como
presidente de honra, ainda está em processo de formação e precisa cumprir
etapas legais para se tornar oficialmente um partido político no país.
Entre os requisitos estão a coleta de assinaturas de apoiadores em diferentes estados e o registro formal junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Mesmo sem registro definitivo, o grupo busca ganhar
visibilidade ao apresentar propostas relacionadas a segurança pública, política
nacional e direitos constitucionais.
A informação foi divulgada pela revista Veja, que relatou a
iniciativa do ator e a proposta de mobilização para que as Forças Armadas atuem
diretamente na segurança pública no Rio de Janeiro.
Enquanto isso, especialistas apontam que o debate sobre o uso
de militares em atividades de segurança pública costuma gerar posições
divergentes, especialmente em um estado que enfrenta desafios históricos
relacionados à criminalidade.
Você acredita que as Forças Armadas deveriam assumir parte da
segurança pública em cidades com altos índices de violência como o Rio de
Janeiro?
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