QUEM ERA “DIABO LOIRA” TRAFICANTE QUE MORREU EM CONFRONTO ENTRE CV E TCP NA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA (14)

(crédito: foto reprodução "IA" /CNN Brasil para ilustração do texto)


Postagem publicada às 10h30 deste sábado, 16 de agosto de 2025.

Eweline Passos Rodrigues, 28, foi morta a tiros na madrugada da última quinta-feira (14)

A traficante Eweline Passos Rodrigues, de 28 anos, conhecida como “Diaba Loira”, foi morta a tiros na madrugada desta quinta-feira (14) durante confrontos entre criminosos nas comunidades do Campinho e Fubá, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Militar, a troca de tiros foi motivada por uma disputa entre integrantes do Comando Vermelho (CV) e do Terceiro Comando Puro (TCP).

De acordo com o boletim de ocorrência, equipes foram acionados para verificar um encontro de cadáver na Rua Cametá, em Cascadura.

No local, encontraram o corpo de uma mulher enrolado em um lençol, com marcas de disparos na cabeça e no tórax.

Eweline, natural de Santa Catarina, havia sido integrante do CV e, recentemente, estava ligada ao TCP. Ela anhou notoriedade nas redes sociais por ostentar armas de grosso calibre e desafiar autoridades com declarações como: “Não me entrego viva, só saio no caixão.”

Segundo investigações, ela entrou para o tráfico após sobreviver a uma tentativa de feminicídio em 2022, praticada por um ex-companheiro.

Na época, foi atingida no pulmão e precisou passar por cirurgia. epois da recuperação, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde ingressou no Comando Vermelho, atuando na comunidade de Gardênia Azul, na Zona Oeste. Posteriormente, passou a se relacionar com o TCP.

Em 2023, foi presa transportando sete quilos de cocaína. Em junho deste ano, voltou a chamar atenção ao ser flagrada atirando contra policiais durante uma operação.

No dia 10 de agosto, o Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações sobre seu paradeiro.

Contra Eweline, constavam ao menos três mandados de prisão em aberto — dois expedidos pela Justiça de Santa Catarina, relacionados ao tráfico de drogas e à participação em organização criminosa.

Ela também era considerada foragida por violar medidas judiciais, incluindo o rompimento de monitoramento eletrônico. A pena imposta à traficante totaliza cinco anos e dez meses em regime fechado.


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Com informações CNN Brasil. 

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