DISTINTIVO DO SACI MARCA OS MELHORES CADETES DA ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS (AMAN); ENTENDA
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| (crédito: foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 3h10 deste sábado, 24 de outubro de
2026.
Cadetes do segundo ano concluíram o treinamento em setembro
de 2026, nas instalações da Academia e na Represa do Funil; o Distintivo do
Saci reconhece os destaques de cada etapa durante a formação.
O Distintivo do Saci é a distinção reservada aos cadetes que
se destacam nas etapas da instrução especial da Academia Militar das Agulhas
Negras (AMAN). Em setembro de 2026, os alunos do segundo ano passaram por duas
semanas de treinamento que combinaram sobrevivência, orientação noturna,
atividades aquáticas e extração vertical.
A turma concluiu o Estágio de Vida na Selva e Técnicas
Especiais em 25 de setembro, com atividades nas instalações da Academia e na
região da Represa do Funil. A programação colocou os futuros oficiais em
contato com tarefas que vão da obtenção de água e fogo ao emprego de técnicas
para entrada e retirada de militares em áreas de instrução.
Os detalhes foram divulgados pela AMAN, instituição
responsável pela formação de oficiais de carreira da linha militar bélica do
Exército. O estágio contou com apoio de centros especializados em operações na
Selva, no Pantanal e na Caatinga.
Distintivo do Saci reconhece o desempenho nas etapas da instrução especial
Ao final de cada etapa, os cadetes selecionados como
destaques recebem a distinção de portar o Distintivo do Saci no uniforme
enquanto permanecem em formação. A Academia associa o símbolo à superação e à
excelência demonstradas durante as atividades.
O reconhecimento está ligado ao desempenho do aluno na
instrução especial. Para os cadetes, isso significa passar por situações
diferentes das aulas convencionais, nas quais os conhecimentos precisam ser
aplicados no terreno, durante os exercícios previstos.
Na etapa destinada ao segundo ano, a variedade de tarefas
aparece no próprio nome do estágio: vida na selva e técnicas especiais. O
programa combina a permanência em ambiente natural com procedimentos de
deslocamento e atividades em água e em altura.
Água, fogo e abrigos fazem parte da preparação em campo
A sobrevivência integrou a programação com instruções de
obtenção de água e fogo, além da construção de abrigos improvisados e
semipermanentes. São tarefas relacionadas às necessidades de permanência do
militar no terreno: conseguir recursos, preparar um local de proteção e
organizar as condições para continuar a atividade.
A diferença entre os tipos de abrigo acompanha essa
necessidade de adaptação. Uma proteção improvisada atende a uma situação
imediata; uma estrutura semipermanente permite uma permanência mais prolongada.
O treinamento trabalha essas alternativas dentro da preparação para a vida em
campanha.
A orientação noturna também esteve entre as atividades. Nesse
caso, o deslocamento acrescenta a dificuldade da visibilidade reduzida ao
trabalho de reconhecer direções e acompanhar um percurso. Assim, a etapa de
sobrevivência envolve tanto a permanência em um ponto quanto a capacidade de
seguir pelo terreno.
Represa do Funil e técnicas verticais ampliaram os exercícios
As atividades aquáticas levaram parte da instrução à região
da Represa do Funil. O uso desse ambiente acrescentou à programação uma
condição diferente daquela encontrada nas tarefas de abrigo e orientação em
terra.
O estágio também incluiu extração vertical e desembarque por
rapel. A extração trabalha a retirada do militar por uma trajetória vertical;
no rapel, a descida ocorre com o auxílio de cordas e equipamentos específicos.
Essas práticas exigem familiaridade com procedimentos
próprios para movimentar pessoas em altura. Dentro do estágio, elas ampliam o
conjunto de situações enfrentadas pelos cadetes, que alternam exercícios de
sobrevivência com atividades técnicas em outros ambientes.
Centros da Selva, do Pantanal e da Caatinga apoiaram o
estágio
Segundo a AMAN, a realização das atividades teve apoio do
Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), do Centro de Instrução de
Operações no Pantanal (CIOpPan) e do Centro de Instrução de Operações na
Caatinga (CIOpC).
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A participação dessas organizações aproxima a formação dos
cadetes de conhecimentos desenvolvidos em diferentes ambientes brasileiros.
Selva, Pantanal e Caatinga dão nome a especializações do Exército relacionadas
às condições encontradas em cada região.
O apoio ocorreu no estágio realizado na Academia e na Represa
do Funil. Dessa maneira, a cooperação entre os centros levou experiências de
instrução de diferentes ambientes à programação cumprida pelos alunos do
segundo ano.
Com a conclusão da etapa de setembro, os cadetes encerraram
um período de preparação que combinou recursos de sobrevivência, orientação e
técnicas especiais. O treinamento integrou a formação dos futuros oficiais
antes do exercício de funções na tropa.
Para os destaques, o resultado também aparece no uniforme: o
Saci identifica o reconhecimento recebido durante essa trajetória na Academia.
Na formação de quem vai comandar soldados, qual dessas
experiências exige mais preparo: sobreviver no terreno, orientar-se à noite ou
executar atividades na água e em altura? Conte nos comentários, especialmente
se você já passou por uma instrução semelhante.
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Com informações Revista Sociedade Militar.

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