STF: O QUE SABEMOS SOBRE TRUMP ESTAR MONITORANDO A SESSÃO DESTA TERÇA-FEIRA (15) PARA FUTURAS SANÇÕES?
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| (crédito: foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicadas 16h15 desta terça-feira, 15 de setembro
de 2026.
A mídia brasileira tem reportado intensamente os
desdobramentos da crise no Supremo Tribunal Federal (STF) neste dia 15 de
setembro de 2026, apontando que o governo de Donald Trump monitora de perto a
situação e avalia uma nova rodada de sanções contra autoridades brasileiras.
Embora as notícias confirmem que a administração americana
está com medidas em fase avançada de discussão, não houve um anúncio formal ou
a imposição imediata de sanções por parte do presidente Trump especificamente
motivada pelo embate ocorrido na primeira parte da sessão desta terça-feira. O
que existe é uma forte articulação de bastidores em Washington e uma cobertura
midiática sobre essa possibilidade.
O governo dos Estados Unidos analisa retomar as punições
financeiras e restrições de vistos por meio da Lei Global Magnitsky; o foco
principal continua sendo o ministro Alexandre de Moraes, mas as conversas nos
bastidores americanos se expandiram para incluir outros integrantes da Corte.
Veículos como a Jovem Pan e a Gazeta do Povo destacaram que o
Departamento de Estado americano já possui minutas de sanções preparadas.
Aliados políticos de Trump, incluindo parlamentares brasileiros da oposição,
têm municiado Washington com relatórios sobre a crise institucional.
Caso as sanções sejam aplicadas, representariam uma reversão
da política externa anterior. Em 2025, o governo americano havia retirado as
restrições que pesavam contra Moraes após tratativas diplomáticas que
envolveram o governo Lula e interlocutores comerciais.
A primeira parte da sessão extraordinária do STF foi marcada
por alta tensão e bate-bocas acalorados, o que chamou a atenção das agências
internacionais: Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram uma forte
discussão em plenário. Moraes acusou Mendonça de "estar a serviço de um
grupo político" e de ter pressionado a Polícia Federal para incluí-lo em
uma delação premiada ligada ao colapso do Banco Master e ao banqueiro Daniel
Vorcaro. Mendonça rebateu categoricamente as acusações, chamando-as de
"mentira". O ministro Gilmar
Mendes teceu duras críticas à atuação de Mendonça no caso, classificando a
ofensiva como um "pixuleco eleitoral" com viés político às vésperas
das eleições presidenciais de 2026. Diante do clima tenso e de questões de
ordem apresentadas pelos ministros — incluindo um pedido de Flávio Dino para
adiar o julgamento —, a sessão foi temporariamente suspensa pelo presidente da
Corte, Edson Fachin. De acordo com a coluna Painel da Folha de S.Paulo, o
Palácio do Planalto avalia internamente que uma resposta institucional firme do
próprio STF é fundamental para esvaziar a justificativa de uma intervenção
externa dos EUA. A leitura de governistas é que se o tribunal demonstrar
capacidade de autodepuração e investigação interna, a margem política para
Donald Trump impor sanções unilaterais contra magistrados brasileiros cai
consideravelmente.
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Com apuração do Blog Eterno Aprendiz.










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