VÍDEO: CÁRMEN LÚCIA DIZ ESTÁ ENVERGONHADA E PEDE DESCULPAS AOS SEUS PARES E AOS BRASILEIROS; CONFIRA:

(crédito: foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto)


Por: Alvaro Neves.

Postagem públicada às 20h05 desta terça-feira, 15 de setembro de 2026.

O pronunciamento da ministra Cármen Lúcia, realizado em 15 de setembro de 2026, é considerado um marco na crise institucional do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante uma sessão extraordinária tensa, a ministra declarou estar "envergonhada" e pediu desculpas aos seus pares e ao povo brasileiro pelo espetáculo de desavenças internas dentro da Corte.

O desabafo da ministra ocorreu em meio a um julgamento histórico e inédito, no qual a Corte analisava o desdobramento do chamado "Caso Master". O processo envolve mensagens obtidas pela Polícia Federal no celular do banqueiro Daniel Vorcaro (do Banco Master) que citavam supostos contatos com integrantes do tribunal.

Os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram embates duros sobre a condução das investigações. Houve ordens cruzadas de afastamento e reintegração da cúpula da Polícia Federal envolvendo também o ministro Flávio Dino, o que levou o presidente do STF, Edson Fachin, a intervir para evitar "decisões contraditórias e tumulto processual".  A sessão pública foi marcada por forte espetacularização, ironias e troca de acusações pesadas entre os magistrados.

O episódio ocorreu a menos de 20 dias das eleições gerais no Brasil.

Ao proferir seu voto no qual acompanhou o presidente Edson Fachin para manter a tramitação dos casos de Moraes e Mendonça separados, Cármen Lúcia rompeu o silêncio para fazer um duro mea-culpa institucional conforme você poderá testificar no texto abaixo:

"Eu peço, de certa maneira, desculpa ao povo brasileiro (...). Me encontro em estado de profunda consternação e tristeza (...) o Poder Judiciário existe para tranquilizar, e nós geramos intranquilidade", afirmou a ministra. Ela criticou a "espetacularização" da sessão e lamentou que o principal assunto discutido pela população em padarias, farmácias e telejornais fosse a crise do STF, em vez do debate democrático sobre o futuro do país.

Essas e mais algumas informações no vídeo abaixo:



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Com apuração do Blog Eterno Aprendiz. 

 

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