O QUE SABEMOS SOBRE OS JOGADORES DO VASCO E DO VILA NOVA QUE SÃO ALVOS DAS POLÍCIAS CIVIS DO ESPÍRITO SANTO COM MANDADOS DE BUSCAS?
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| Foto reprodução da Polícia Civil - (crédito foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 14h45 desta segunda-feira, 31 de agosto de 2026.
Os jogadores de futebol David Corrêa, do Vasco da Gama (RJ), e Hayner Cordeiro, do Vila Nova (GO), foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta segunda-feira (31), em uma ação liderada pela Polícia Civil do Espírito Santo.
A operação A Tropa apura supostos crimes de tráfico de drogas
e de armas, além de lavagem de dinheiro, por uma organização criminosa de
atuação interestadual.
De acordo com a Polícia Civil capixaba, são cumpridos nesta
segunda quatro mandados de prisão temporária e 15 mandados de busca e
apreensão. A operação segue em andamento.
As diligências são realizadas em municípios da Grande Vitória
e também em Afonso Cláudio, no Espírito Santo. Também há alvos localizados no
Rio de Janeiro, em Goiás e no Distrito Federal.
O objetivo dos agentes é esclarecer os crimes e promover a
desarticulação da estrutura criminosa em questão. O nome da operação faz
referência ao nome usado pelos próprios investigados para se referirem ao
grupo.
A Agência Brasil não conseguiu contato com as defesas dos
jogadores citados e mantém o espaço aberto para que suas manifestações sejam
acrescentadas nesta reportagem.
Vasco e Vila Nova
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Vasco da Gama disse
que está colaborando com as autoridades e aguarda a conclusão das
investigações.
Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o atleta do clube
é o único alvo da operação na capital fluminense. Os mandados contra David
Corrêa foram cumpridos na residência do jogador e no Centro de Treinamento do
Vasco.
Em nota oficial, o Vila Nova Futebol Clube também se
manifestou sobre a operação e disse que Hayner afirmou não ter envolvimento com
atividades ilícitas. O clube comunicou que aguarda os desdobramentos da
operação e, “a partir dos fatos que forem efetivamente apurados pelas
autoridades competentes, tomará as medidas que se fizerem necessárias”.
O Vila Nova informou que os mandados de busca e apreensão
foram cumpridos na residência do atleta Hayner e no Centro de Treinamento Vila
do Tigre, “exclusivamente em seu armário pessoal, para averiguação”, diz a
nota.
“Hayner acredita que tenha sido incluído entre os alvos da
medida judicial em razão de uma amizade de infância com um dos investigados por
tráfico de drogas, que é oriundo da mesma comunidade onde o jogador cresceu, no
Espírito Santo, local também relacionado a outros atletas que foram alvo da
operação”, acrescentou o texto divulgado.
O clube afirmou ainda que Hayner colaborou integralmente com
as autoridades e se colocou à disposição para prestar todos os esclarecimentos
necessários. “Até o momento, Hayner continua exercendo suas atividades
profissionais normalmente”.
Ação coordenada
No território fluminense, os mandados foram cumpridos pela
Polícia Civil do Rio de Janeiro, contra alvos na Barra da Tijuca e em Vargem
Grande, na zona sudoeste da capital. As investigações apuram possíveis
envolvimentos não só de atletas profissionais, mas também de empresários com a
organização criminosa.
No Rio de Janeiro, a ação é coordenada pela 14ª DP (Leblon),
com apoio da Delegacia de
Repressão a Armas e Explosivos (Desarme) e de outras unidades
do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC).
No Espírito Santo, participam da operação cerca de 100
policiais civis, com apoio operacional da Superintendência de Polícia
Especializada (SPE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Núcleo
de Operações e Transporte Aéreo (Notaer).
Em nota, a Polícia Civil de Goiás (PCGO) informou ter
prestado apoio operacional à ação coordenada pela Polícia Civil do Estado do
Espírito Santo (PCES).
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Com informações Portal Agência Brasil.








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