BOLSONARO SURGE EM MEIO IMBRÓGLIO JURÍDICO DEVIDO UMA PISTOLA GLOCK CADASTRADA EM SEU NOME EM POSSE DE AGENTE DE SUA SEGURANÇA PESSOAL; CONFIRA
![]() |
| (crédito: foto reprodução para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 14h45 desta terça-feira, 16 de junho de 2026.
Na noite da última segunda-feira, 15 de junho de 2026, a
Polícia Militar do Distrito Federal apreendeu uma pistola Glock calibre 9
milímetros cadastrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma blitz
da Lei Seca no Pistão Norte, em Taguatinga, o armamento estava no interior de
um veículo oficial conduzido por um sargento do Exército vinculado à segurança
do ex-presidente.
- Os detalhes do imbróglio jurídico e operacional envolvem os
seguintes pontos:
OS policiais militares pararam o veículo oficial e, durante a
fiscalização, notaram a pistola e um carregador com 30 munições embaixo do
assoalho, na 21ª Delegacia de Polícia, o sargento afirmou que a arma pertencia
a Jair Bolsonaro; ele alegou que havia retirado o armamento para realizar um
reparo mecânico no percussor devido a uma pane e que o devolveria no dia
seguinte.
Embora o militar tenha porte funcional legítimo, ele
transportava uma arma registrada em nome de terceiros e estava sem o
Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF) no local, o que configurou
conduta irregular e motivou a apreensão do objeto; o funcionário atua na equipe
de apoio de livre indicação que atende o ex-presidente.
Em nota oficial sobre o caso, o Gabinete de Segurança
Institucional (GSI) esclareceu que não realiza diretamente a segurança de
ex-mandatários, o órgão explicou que esses servidores são indicados de forma
autônoma pelos ex-presidentes e não possuem subordinação operacional ao GSI. O
ex-presidente cumpre pena em regime de prisão domiciliar humanitária
(decorrente de uma condenação a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de
golpe de Estado) como prazo desse benefício médico estava prestes a expirar
para reanálise judicial. Como o caso envolve o monitoramento das restrições
judiciais de Bolsonaro, a Polícia Civil encaminhou o boletim de ocorrência
diretamente ao Supremo Tribunal Federal.
O ministro Alexandre de Moraes estipulou o prazo de 24 horas
para que a defesa do ex-presidente explique formalmente os motivos de ele
manter uma arma em casa e ter solicitado o reparo na véspera da revisão de sua
prisão domiciliar.
********
Com apuração do Blog Eterno Aprendiz.




.png)






Comentários