VÍDEO: O PORTA-AVIÃO MORTE-AMERICANO, NIMITZ (CVN-68) ATRACOU NA BAÍA DE GUANABARA; CONFIRA
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| (crédito: foto reprodução para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 21h43 desta quinta-feira, 07 de maio de
2026.
O porta-aviões USS Nimitz atracou no Rio de Janeiro e chamou
atenção no litoral carioca pela escala, pelo poder militar embarcado e pela
presença em uma operação conjunta que envolve a Marinha dos Estados Unidos e a
Marinha do Brasil. A chegada do navio ocorre no contexto da Operação Southern
Seas 2026, coordenada pela 4ª Frota da Marinha norte-americana.
A informação foi divulgada pela CNN Brasil, conforme dados
publicados sobre a Operação Southern Seas 2026 e a presença do USS Nimitz na
costa brasileira. Na manhã desta quinta-feira, 6, a embarcação já podia ser
vista no litoral do Rio de Janeiro, reforçando a dimensão estratégica da
atividade militar na região.
Considerado um dos maiores navios militares do mundo, o USS
Nimitz (CVN 68) é o navio líder da classe Nimitz e integra o Comando Sul da
Força Naval dos Estados Unidos. Além disso, porta-aviões desse porte funcionam
como verdadeiras bases militares móveis no oceano, capazes de operar por longos
períodos sem depender de apoio externo imediato.
Gigante de mais de 330 metros impressiona pela capacidade
militar
O USS Nimitz possui mais de 330 metros de comprimento e 76,8
metros de largura, dimensões que ajudam a explicar o impacto visual causado
pela chegada do porta-aviões ao Rio de Janeiro. Além da estrutura colossal, o
navio tem capacidade para operar até 90 aeronaves, incluindo caças,
helicópteros e aviões de apoio.
Outro dado que chama atenção é o tamanho da tripulação. O
Nimitz abriga cerca de 5.680 pessoas, número que inclui militares, equipes de
operação aérea, pessoal técnico, setores de manutenção, comunicação, logística
e apoio embarcado. Portanto, sua presença representa não apenas a chegada de um
navio, mas de uma estrutura militar completa em alto-mar.
Nesse sentido, o porta-aviões atua como uma plataforma de
comando, projeção de força e coordenação naval. A embarcação transporta dezenas
de aeronaves e conta com sistemas de comunicação voltados para operações
marítimas de grande escala. Por isso, o USS Nimitz é empregado em missões que
exigem alcance, autonomia e capacidade de resposta rápida.
Operação Southern Seas 2026 reforça cooperação militar no
Atlântico
A presença do USS Nimitz no litoral brasileiro faz parte da
Operação Southern Seas 2026, iniciativa coordenada pela 4ª Frota da Marinha dos
Estados Unidos. A operação chegou à sua 11ª edição desde a criação, em 2007, e
tem como foco ampliar a cooperação com países parceiros.
De acordo com a Marinha dos Estados Unidos, a Southern Seas
busca fortalecer relações marítimas, aprimorar a integração entre equipes
participantes e aumentar a interoperabilidade entre forças militares. Em outras
palavras, o exercício permite que diferentes marinhas atuem de forma coordenada
em cenários navais complexos.
Além disso, a operação tem peso diplomático e estratégico. Ao
trazer um porta-aviões desse porte para a costa brasileira, os Estados Unidos
reforçam a importância do Atlântico Sul e da cooperação regional em defesa
marítima. Ao mesmo tempo, a participação brasileira amplia a experiência
operacional das forças envolvidas.
Marinha do Brasil participa com fragatas, submarino Tikuna e
helicópteros Super Lynx
A Marinha do Brasil participará da operação com as fragatas
Defensora e Independência, o submarino Tikuna e dois helicópteros AH-11B Super
Lynx. A presença dessas unidades mostra que o exercício não se limita a uma
visita simbólica, mas envolve meios navais de diferentes capacidades.
As fragatas Defensora e Independência representam a atuação
de superfície da força naval brasileira. Já o submarino Tikuna adiciona uma
camada estratégica ao treinamento, especialmente em cenários que envolvem
detecção, deslocamento submerso e coordenação com unidades de superfície e
aeronaves.
Por outro lado, os helicópteros AH-11B Super Lynx ampliam a
capacidade de vigilância, apoio e resposta durante atividades marítimas. Com
isso, a operação reúne porta-aviões, fragatas, submarino e aeronaves em um
ambiente de treinamento integrado, reforçando a complexidade da Southern Seas
2026.
Histórico do USS Nimitz inclui conflitos no Golfo, Iraque e
Afeganistão
O USS Nimitz também carrega um histórico militar relevante. O
porta-aviões participou de várias guerras nas quais os Estados Unidos estiveram
envolvidos, incluindo os conflitos no Golfo, em 1991, e operações relacionadas
ao Iraque e Afeganistão, entre 2003 e 2021.
Esse histórico ajuda a explicar o peso simbólico da presença
do navio no Brasil. Afinal, trata-se de uma embarcação associada a grandes
operações militares internacionais e a décadas de atuação da Marinha dos
Estados Unidos em diferentes regiões do mundo.
Além disso, por ser o navio líder da classe Nimitz, o CVN 68
ocupa posição importante na história da aviação naval norte-americana. Sua
estrutura permite lançar, receber e coordenar aeronaves em alto-mar, algo
essencial para missões de defesa, patrulha, dissuasão e resposta militar.
Chegada ao Rio amplia visibilidade da defesa naval no Brasil
A atracação do USS Nimitz no Rio de Janeiro também coloca a
defesa naval em destaque no debate público brasileiro. Navios desse porte
raramente passam despercebidos, sobretudo quando chegam acompanhados de uma
operação internacional envolvendo a Marinha do Brasil.
Portanto, a presença do porta-aviões norte-americano tem
impacto militar, diplomático e simbólico. Militarmente, reforça a integração
entre forças navais. Diplomáticamente, evidencia a cooperação entre Brasil e
Estados Unidos. Já do ponto de vista público, desperta curiosidade pela
dimensão da embarcação, pela capacidade de até 90 aeronaves e pela tripulação
de 5.680 pessoas.
Com mais de 330 metros de comprimento, 76,8 metros de largura
e participação em uma operação ao lado de fragatas, helicópteros e do submarino
Tikuna, o USS Nimitz chega à costa brasileira como um dos principais símbolos
de poder naval da atualidade.
Confira no vídeo abaixo imagens do porta-avião.
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Com informações Revista Sociedade Militar.
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