JANJA: "FUI ASSEDIADA DUAS VEZES SENDO PRIMEIRA-DAMA
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| (crédito: foto reprodução Página do YouTube) |
Por :Alvaro Neves.
Postagem publicada às 6h50 desta quinta-feira, 04 de março de 2026.
Declaração foi dada no programa Sem Censura. Primeira-dama vai promover, com o governo federal, o combate ao feminicídio na ONU neste mês.
Em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta terça-feira (3/3) a primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, relatou ter sido assediada duas vezes desde o começo do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre 9 e 19 de março, Janja promove, junto com o governo federal, o combate ao feminicídio nas Nações Unidas durante a 70.ª Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW70).
"Eu, como primeira-dama, não tenho segurança no lugar onde estou e em nenhum lugar", disse. "Eu posso dizer que já fui assediada nesse período duas vezes. Eu sendo primeira-dama, estando em lugares que eu acho que são seguros e, mesmo assim, fui assediada."
Declaração foi dada no programa Sem Censura. Primeira-dama vai promover, com o governo federal, o combate ao feminicídio na ONU neste mês
Em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta terça-feira (3/3) a primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja, relatou ter sido assediada duas vezes desde o começo do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre 9 e 19 de março, Janja promove, junto com o governo federal, o combate ao feminicídio nas Nações Unidas durante a 70.ª Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW70).
"Eu, como primeira-dama, não tenho segurança no lugar onde estou e em nenhum lugar", disse. "Eu posso dizer que já fui assediada nesse período duas vezes. Eu sendo primeira-dama, estando em lugares que eu acho que são seguros e, mesmo assim, fui assediada."
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Janja não detalhou a violência sofrida, mas usou o episódio para ressaltar a vulnerabilidade das mulheres em relação a assédios. "Se eu, enquanto primeira-dama, que tenho toda uma equipe em torno, um olhar, câmeras, cuidados, você imagina uma mulher em um ponto de ônibus às dez horas da noite", ponderou a primeira-dama.
O combate ao feminicídio é uma pauta prioritária do Palácio do Planalto e bandeira eleitoral do governo Lula.
No início de fevereiro, Lula reuniu diversas autoridades para uma cerimônia de assinatura de um pacto de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. O evento teve caráter simbólico e foi promovido como uma espécie de compromisso dos chefes dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo com medidas de enfrentamento aos crimes de gênero.
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Com informações Agência Estado.

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