SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR RECEBE AS REPRESENTAÇÕES PARA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE PARA O OFICIALATO DE 5 OFICIAIS MILITARES CONDENADOS NA AÇÃO PENAL DO STF
![]() |
| (crédito: foto reprodução "IA" Instagram @STM oficial) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 4h10 desta quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026.
O Superior Tribunal Militar (STM) recebeu nesta terça-feira (03) as Representações para Declaração de Indignidade para o Oficialato de cinco oficiais militares condenados na Ação Penal 2668 STF, apresentadas pelo Ministério Público Militar (MPM).
Por meio de sorteio eletrônico realizado no sistema e-Proc da
JMU, ficaram assim definidos os relatores e revisores de cada representação:
Referente ao almirante de esquadra Almir Garnier Santos:
relatora ministra Verônica Abdalla Sterman; revisor ministro Guido Amin Naves;
Referente ao capitão reformado do Exército Jair Messias
Bolsonaro: relator ministro Carlos Vuyk de Aquino; revisor ministra Verônica
Abdalla Sterman;
Referente ao general de exército Paulo Sérgio Nogueira de
Oliveira: relator ministro José Barroso Filho; revisor ministro Flávio Marcus
Lancis Barbosa;
Referente ao general de exército Augusto Heleno Ribeiro
Pereira: relator ministro Celso Luiz Nazareth; revisor ministro Péricles
Aurélio Lima de Queiroz;
Referente ao general de exército Walter Souza Braga Netto:
relator ministro Flávio Marcus Lancia Barbosa; revisor ministro Artur Vidigal
de Oliveira.
Representação para Declaração de Indignidade para o
Oficialato é uma ação em que a JMU é chamada a julgar se um oficial militar
condenado a pena privativa de liberdade superior a dois anos, seja por crime
militar ou comum, é digno ou indigno de permanecer nas Forças Armadas.
De acordo com a Constituição Federal, cabe exclusivamente ao
MPM a prerrogativa de encaminhar ao STM tal representação.
A publicidade das representações foi dada à imprensa pela
presidente do STM, ministra Maria Elizabeth Rocha.
Em entrevista coletiva, ela falou sobre a tramitação dos
processos, ressaltando, que não há uma previsão para conclusão dos julgamentos
e que eles seguirão rigorosamente todo processo legal.
"Meu compromisso é pautar o mais rápido possível a
partir do recebimento dos votos. Recebi os votos, vamos pautar. E não haverá
julgamentos virtuais, apenas presenciais”, afirmou a presidente, completando:
“Não pretendo procrastinar o julgamento de questões tão relevantes que são
submetidas à apreciação dessa Corte".
De acordo com o regimento do STM, a presidente só vota em
caso de empate e sempre a favor do réu.
.png)
.jpg)


.png)
%20(1).png)



.jpg)

Comentários