POLÍCIA FEDERAL PEDE AO PRESIDENTE DO STF SUSPEIÇÃO DE TOFFOLI NO INQUÉRITO DO BANCO MASTER
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| (Foto de suposto agente ao celular - crédito reprodução "IA" para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 7h13 desta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026.
Após ser informado do caso, Fachin abriu um processo interno
e determinou a notificação de Toffoli para apresentar defesa. Caberá ao
presidente do STF decidir se Toffoli continuará como relator da investigação do
Master.
No mês passado, Toffoli passou a ser criticado por permanecer
na condição de relator do caso após matérias jornalísticas informarem que a
Polícia
Federal encontrou irregularidades em um fundo de investimento
ligado ao Banco Master. O fundo comprou uma participação no resort Tayayá,
localizado no Paraná, que era de propriedade de familiares do ministro.
Em nota à imprensa, o gabinete de Toffoli diz que a PF não pode solicitar sua suspeição e que o pedido trata de “ilações”.
“O gabinete do ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo ministro ao presidente da Corte”, declarou.
- Investigação
Em novembro de 2025, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros
acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia
Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Banco Master,
incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco de
Brasília (BRB), banco público ligado ao governo do Distrito Federal.
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Comm informações Agência Brasil.


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