AGENTES DOS EUA ASSUMIRAM CONTROLE DE AEROPORTO PARA FUGA DE FLÁVIO BOLSONARO, DIZ JORNAL ARGENTINO
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| (crédito: imagem reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 5h20 deste domingo, 1º de novembro de
2026.
Agentes dos Estados Unidos tomaram o controle de parte do
aeroporto de Porto Iguaçu para ajudar na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil,
segundo publicação do jornal argentino Clarín desta sexta-feira (30). O país
também contratou ao menos três jatos privados para garantir que o plano fosse
bem-sucedido, segundo a publicação.
De acordo com o periódico, representantes estadunidenses
coordenaram ações para garantir a decolagem do jato particular no qual estava o
político, assumindo parte do trabalho de agentes da polícia de segurança
aeroportuária e funcionários de imigração.
O secretário de Estado Marco Rubio negou, na tarde deste
sábado (31), que os Estados Unidos tenham facilitado a fuga do senador. Flávio
Bolsonaro chegou aos Estados Unidos na quarta-feira (28) e se autoproclamou
“verdadeiro presidente eleito” do Brasil em uma carta de teor golpista depois
de perder as eleições presidenciais de 2026. Em seguida, ele recuou da
afirmação e se disse “líder do Brasil”, mantendo o tom golpista da comunicação.
A afirmação de Rubio vai na contramão da apuração de outros
veículos de imprensa. Segundo os jornais americanos The New York Times e The
Wall Street Journal, o estrategista político americano Jason Miller, assessor
de comunicação de Donald Trump, ajudou a organizar o avião particular que levou
Flávio aos EUA após sua derrota na eleição presidencial.
De acordo com o Clarín, o governo estadunidense auxiliou com
ao menos três aeronaves que estiveram no local para garantir que o plano foi
bem-sucedido.
O jornal aponta que o dia da fuga foi marcado por confusão
deliberada a partir de “falsas verdades” difundidas por autoridades, a fim de
que o plano fosse bem-sucedido, dentre elas a divulgação de aliados de Flávio
Bolsonaro de que ele já teria chegado aos Estados Unidos na terça-feira (27).
A operação também contou, segundo o Clarín, com o apoio do
presidente argentino Javier Milei, que teria enviado o assessor Santiago Caputo
à cidade de Misiones para garantir que o plano fosse exitoso.
Segundo o jornal, a operação contou com ao menos três aviões
privados de alto custo operativo, coordenados pelo Departamento de Estado da
Casa Branca, que aterrissaram na cidade ou foram usados como opções
alternativas para garantir a chegada de Flávio até Miami.
O jornal também cita o uso de caminhões e carros com
diferentes placas de identificação para confundir postos de controle, além da
troca de informação entre agentes argentinos e estadunidenses.
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Com informações Portal ICL Notícias.
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