O QUE SABEMOS SOBRE RETOTALIZAÇÃO DOS VOTOS DO 1º TURNO NO RIO PREVISTA PARA O PRÓXIMO SÁBADO?
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| (crédito: foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 19h45 desta quarta-feira, 08 de outubro de 2026.
A cerimônia pública acontecerá no auditório do Palácio da Democracia, sede do TRE-RH.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) marcou para o próximo sábado, 10 de outubro de 2026, às 15h, o procedimento de retotalização dos votos do primeiro turno para o cargo de governador. A medida cumpre uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que manteve o indeferimento da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos), resultando na anulação de seus 274.411 votos. Para detalhes e atualizações sobre a decisão judicial e o placar da votação, consulte os canais oficiais do tribunal.
A cerimônia pública será realizada no auditório do Palácio da Democracia, sede do tribunal fluminense. Com a exclusão dos votos de Garotinho da base de cálculo dos votos válidos, a expectativa matemática é que o candidato Douglas Ruas (PL) ultrapasse a maioria absoluta e seja declarado eleito em primeiro turno, eliminando a necessidade de uma nova votação.
O impacto matemático na apuração
Na contagem inicial divulgada após o pleito de domingo (4), o cenário indicava a realização de um segundo turno entre Ruas e o atual prefeito da capital, Eduardo Paes (PSD). Contudo, a nova equação da Justiça Eleitoral reduz o universo de votos válidos totais, elevando proporcionalmente o desempenho dos demais concorrentes.
- Douglas Ruas (PL): Tinha 49,27% (4.271.199 votos) e deve subir para 50,88%, superando a barreira necessária para vencer de forma direta.
- Eduardo Paes (PSD): Registrou 42,76% (3.706.984 votos) na apuração preliminar.
- Anthony Garotinho (Republicanos): Teve 3,17% (274.411 votos), agora considerados estritamente nulos.
Para entender o funcionamento técnico dos sistemas e os detalhes do reprocessamento, os eleitores podem consultar o portal da Justiça Eleitoral. O sistema apenas recalcula os percentuais descartando os votos dados a candidatos cuja situação jurídica estava sub judice e foi definitivamente barrada.
Queda de braço jurídica vai ao STF
A coligação de Eduardo Paes informou que não aceitará o resultando sem contestação e anunciou que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o acórdão do TSE. A defesa do candidato do PSD argumenta que a anulação tardia fere a soberania popular e pretende ingressar com um pedido de liminar urgente para tentar garantir, sob o ponto de vista político e jurídico, a realização do segundo turno programado para o dia 25 de outubro.
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Com apuração do Blog Eterno Aprendiz.




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