VÍDEO: VAMOS TENTAR ENTENDER O IMBRÓGLIO ENVOLVENDO FLÁVIO, GLOBO NEWS E NOSSA SENHORA DE APARECIDA COMO PADROEIRA DO BRASIL?
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| (crédito: foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada à 0h15 deste sábado, 26 de setembro de 2026.
Vamos tentar entender o imbróglio referente a uma pauta que movimentou os cenários políticos e religiosos dos últimos dias, o projeto de lei que supostamente pretendia alterar o título de Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do Brasil integrou debates políticos no país.
Vamos a mais esse embaraço?
A proposta original, registrada como Projeto de Lei
2.623/2007, foi elaborada pelo então deputado federal Professor Victório Galli,
a discussão pública envolveu esclarecimentos sobre a autoria de propostas
históricas e repercussões em veículos de comunicação e redes sociais acerca da
representatividade de símbolos religiosos no país; a presentado em dezembro de
2007, o projeto de Victório Galli visava alterar a legislação que instituiu o
feriado nacional de 12 de outubro para o culto público a Nossa Senhora
Aparecida.
O texto propunha modificar a expressão jurídica do título da
santa para restringi-la especificamente aos fiéis católicos apostólicos
romanos, gerando debates jurídicos e sociais sobre a alteração, como defensor
de pautas ligadas ao seu segmento religioso, o autor utilizou como argumento a
discussão em torno do princípio do Estado laico, sustentando que um símbolo de
culto confessional oficializaria uma crença específica em detrimento da
pluralidade do país; a iniciativa enfrentou oposição de setores da sociedade e
de parlamentares que ressaltavam o valor histórico, cultural e imaterial da
devoção à santa no Brasil. O projeto de lei foi arquivado pela Câmara dos
Deputados no período subsequente à sua apresentação, sem aprovação definitiva.
O histórico da proposta e a atuação de figuras políticas
alinhadas ao campo conservador e evangélico continuam a suscitar debates e
manifestações públicas sobre as relações entre religião e esferas de poder
institucional. Em Pauta, a jornalista afirmou que haveria uma forte reação de
setores da Igreja Católica a uma suposta articulação atual de parlamentares
evangélicos para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do
Brasil.
A declaração gerou forte repercussão imediata, provocando
manifestações das campanhas eleitorais e uma retratação formal do canal de
notícias.
A declaração foi ao ar no contexto de análises sobre o
comportamento do eleitorado religioso na disputa à Presidência da República; contudo, a informação de que haveria um projeto de lei ativo ou uma articulação
atual com esse objetivo estava incorreta. Na verdade, o caso mencionado
baseava-se em um antigo precedente do Congresso: o Projeto de Lei 2.623/2007,
apresentado pelo então deputado federal Professor Victório Galli. Essa proposta
de duas décadas atrás visava apenas alterar a redação do feriado de 12 de
outubro para "Padroeira dos brasileiros católicos", mas foi
integralmente rejeitada e arquivada definitivamente pela Câmara dos Deputados
em agosto de 2008. Não há, portanto, nenhum projeto similar tramitando no
Legislativo.
A fala da comentarista ligou o tema à bancada evangélica e a parlamentares conservadores, nas redes sociais, a desinformação rapidamente se espalhou, sendo associada de forma distorcida ao senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que possui forte ligação com lideranças cristãs e evangélicas. A análise jornalística inicial sugeria que rumores sobre esse tipo de pauta de costumes poderiam afastar eleitores católicos de candidaturas associadas à direita e beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O candidato gravou um vídeo desmentindo categoricamente o plano. Classificou a associação como uma "grande mentira" e uma peça de desinformação criada para prejudicar sua candidatura, reforçando seu respeito a todas as manifestações.
Confira a fala de Flávio Bolsonaro sobre esse imbróglio no vídeo abaixo:
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Com apuração do Blog Eterno Aprendiz/Vídeo reprodução do Instagram.








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