ENGENHEIRA DA MARINHA É ENCOTRADA MORTA; CORPO É LEVADO A HOSPITAL ANTES DA PERÍCIA; CONFIRA
![]() |
| (credito: foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 15h37 desta sexta-feira, 25 de setembro
de 2026.
Força naval afirma que equipe médica foi imediatamente ao
local e prestou os primeiros socorros; causa da morte e motivo da remoção não
foram esclarecidos
A engenheira da Marinha Beatriz Fickert Santoro, 33, foi
encontrada morta em alojamento da corporação situado na Cidade Universitária,
da USP (Universidade de São Paulo) nesta quinta-feira (24). Boletim de
ocorrência diz que o corpo foi removido do local e levado ao HU (Hospital
Universitário) antes da realização da perícia.
A Marinha informou que a segundo-tenente foi encontrada
desfalecida em seu alojamento, no CTM-SP (Centro Tecnológico da Marinha em São
Paulo), no campus do Butantã, na zona oeste da capital.
Segundo a corporação, a equipe médica da unidade foi
imediatamente ao local e prestou os primeiros socorros, encaminhando a oficial
ao hospital.
A SSP (Secretaria da Segurança Pública) afirma que a oficial
chegou sem vida à unidade de saúde. A Polícia Militar foi acionada depois que
uma médica do HU se recusou a emitir a declaração de óbito, segundo a pasta. O
boletim registra que Beatriz foi levada ao hospital por uma capitã de corveta
que se identificou como médica da Marinha.
Os policiais militares relataram no registro que o corpo
aparentava sinais de que a morte havia ocorrido havia algum tempo; a causa da
morte não foi informada. A equipe afirmou também não ter tido acesso ao local
onde Beatriz foi encontrada.
O documento não informa o horário em que ela foi localizada
nem o motivo de ter sido transportada antes da perícia no alojamento.
A Polícia Federal solicitou perícia no local. Ao analisar o
relato, a Polícia Civil apontou a necessidade de apurar a remoção do corpo e
citou a possibilidade, em tese, de fraude processual. O boletim não conclui que
tenha havido crime nem atribui responsabilidade.
O caso foi registrado como morte suspeita no 7º DP (Lapa). A
SSP informou que a investigação e as demais providências ficarão a cargo da
Polícia Federal e da Marinha por ocorrer em uma instalação militar.
Em nota, a Marinha afirmou que as causas e circunstâncias da morte são apuradas pela corporação e pelas autoridades periciais competentes, e presta assistência social, psicológica e religiosa aos familiares. A Força Naval não explicou a razão do transporte ao hospital antes do exame pericial no alojamento.
******
Com informação do Portal Agência Brasil.
.jpeg)








.jpeg)

Comentários