EDUARDO BOLSONARO É DEMITIDO DO CARGO DE ESCRIVÃO NA PF POR ABANDONO DE CARGO; CONFIRA
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| (crédito: foto reprodução 'Meta IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 17h15 desta segunda-feira, 21 de
setembro de 2026.
Ex-deputado deveria ter retornado à função de escrivão após
perder mandato na Câmara, mas permaneceu nos EUA
O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou nesta
segunda-feira (21) a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) do
cargo de escrivão da Polícia Federal. A decisão foi assinada pelo ministro
Wellington César Lima e Silva na sexta-feira (18) e publicada no Diário Oficial
da União.
A demissão foi aplicada por abandono de cargo. Segundo a
portaria, Eduardo faltou ao trabalho sem justificativa por mais de 30 dias
consecutivos, conduta considerada infração disciplinar. O Processo
Administrativo Disciplinar (PAD) aberto contra o ex-parlamentar havia sido
concluído pela PF em julho, com recomendação pela perda do cargo.
Eduardo era escrivão da PF desde 2010 e estava afastado da
corporação para exercer o mandato de deputado federal. Após perder o mandato na
Câmara, em dezembro de 2025, ele deveria ter retomado as atividades na Polícia
Federal, no Rio de Janeiro. A corporação chegou a determinar seu retorno
imediato ao serviço em janeiro deste ano.
O ex-deputado, no entanto, permaneceu nos Estados Unidos,
onde vive desde 2025. Diante da ausência, a PF abriu um processo disciplinar e,
em fevereiro, determinou seu afastamento preventivo, além da devolução da
carteira funcional e da arma da corporação.
Em junho, Eduardo Bolsonaro também foi condenado pelo Supremo
Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso
do processo relacionado ao julgamento da trama golpista. A condenação é
independente do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia
Federal.
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Com informações Portal ICL Notícias.











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