NOVA TARIFA DOS EUA SOBRE SUPOSTO TRABALHO FORÇADO ENTRA EM VIGOR NESTA SEXTA-FEIRA (24); CONFIRA
![]() |
| Foto: Trump se achando imperador do mundo - (crédito: reprodução 'IA' para ilustração do texto) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 4h25 desta sexta-feira, 24 de julho de
2026.
Brasil enfrenta taxa de 12,5%; mercadorias que já estavam a
caminho antes do primeiro minuto do dia 24 não serão taxadas se entrarem nos
EUA até 28 de julho
A nova tarifa aplicada pelos Estados Unidos contra 60 países,
incluindo o Brasil, entra em vigor nesta sexta-feira (24), segundo documento do
USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos).
Na decisão anunciada nesta quinta (23), o representante
comercial americano impõe alíquotas de 10% para países que, segundo a
investigação, "se comprometeram a adotar e a aplicar efetivamente
proibições à importação de trabalho forçado"; e de 12,5% para países que
não teriam adotado tal proibição.
"As alíquotas adicionais do imposto de importação são
aplicáveis aos produtos nacionalizados ou retirados de entreposto aduaneiro
para consumo a partir de 0h01 [23h00 no horário de Brasília] do dia 24 de julho
de 2026", diz a decisão.
A única exceção é para as mercadorias que já foram embarcadas
e já estavam a caminho antes do primeiro minuto do dia 24. Para esses produtos
que já estavam viajando não pagarem a taxa extra, segundo a decisão do USTR,
eles precisam ser liberados na alfândega até o primeiro minuto do dia 28 de
julho de 2026.
Lista de exceções
Alguns produtos foram isentos desse novo episódio de
tarifaço. São eles:
Materiais informativos, doações e bagagem acompanhada;
Todos os artigos e partes de artigos sujeitos às tarifas da
seção 232;
Matérias-primas que, se sujeitas às tarifas adicionais
propostas, poderiam levar à indisponibilidade do fornecimento interno nos EUA;
Produtos que poderiam causar perturbações em toda a economia
se sujeitos às tarifas adicionais propostas;
Certos produtos que não podem ser cultivados ou produzidos em
quantidades suficientes nos Estados Unidos ou obtidos de outras fontes;
Produtos que, se isentos dessas tarifas, incentivariam as
economias a promulgar e aplicar efetivamente uma proibição de importação de
trabalho forçado;
Artigos para os quais as tarifas adicionais podem não
contribuir substancialmente para a eliminação dos atos, políticas e práticas
considerados passíveis de ação nas investigações.
******
Com informações CNN Brasil.





.jpeg)





Comentários