VÍDEOS: VAMOS OS DETALHES DOS DEPOIMENTOS DOS SUPOSTAMENTE ENVOLVIDOS DIRETAMENTE NA MORTE DA JOVEM NO ROPE JUMP, EM LIMEIRA-SP?
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| (foto: momento que supostamente envolvidos no acidente foram conduzidos a Delegacia de Polícia de Limeira-SP - (crédito: foto reprodução redes sociais) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publicada às 7h55 desta terça-feira, 16 de junho de
2026.
As investigações sobre a trágica morte de Maria Eduarda
Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida após ser arremessada sem a corda de
segurança de uma altura de 40 metros na Ponte do Esqueleto, revelaram falhas
severas de protocolo e a completa informalidade da organização.
Conduzido pela delegada Andréa Dantas Levy, o inquérito
resultou na prisão em flagrante de três instrutores por homicídio com dolo
eventual (quando se assume o risco de produzir a morte)
- Abaixo estão os detalhes da identificação e o teor dos
depoimentos prestados pelos componente do grupo levadas ao 2º Distrito
Policial de Limeira:
Seis pessoas envolvidas na operação do evento de rope jump
foram conduzidas pela Polícia Militar. Dessas,
três homens tiveram a prisão preventiva mantida pela Justiça por atuarem
diretamente no lançamento da jovem, são eles:
Luis Felipe Feliciano Egoroff (instrutor permanente)
Vitor de Freitas Gonçalves (instrutor permanente)
Maicon Fernandes Cintra (instrutor permanente)
Os outros três integrantes levados à delegacia prestaram
esclarecimentos como testemunhas ou ajudantes secundários e foram liberados
para responder em liberdade.
Os depoimentos à delegada Andréa Dantas Levy expuseram um
cenário de desorganização mútua e ausência de uma checagem final essencial
("checklist") em seus depoimentos, os investigados admitiram que o
esporte exige obrigatoriamente um sistema duplo de amarração de cordas. No
entanto, alegaram "esquecimento generalizado" quanto a quem deveria
executar a fixação e quem deveria inspecionar o equipamento.
Um deles chegou a afirmar textualmente: "Às vezes a
gente não coloca e o outro confere", evidenciando que não existia uma
divisão rígida ou fixa de quem amarrava e quem fiscalizava. No momento do salto
de Maria Eduarda, todos presumiram que o outro havia prendido os mosquetões ao
cabo principal.
Testemunhas relataram que, logo após o impacto fatal da jovem
contra o solo, integrantes da equipe tentaram retirar as camisetas com os
logotipos das marcas para evitar identificação e fugiram para uma área de mata
fechada; foto que foi negado pelo funcionário, negando também a sua responasabilidade; conforme você poderar testificar
no vídeo abaixo:
Outro componente do grupo afirma desconhecer a localização da câmera de vídeo que a vitima usa acoplada ao corpo no momento em que foi lançada sem as devidas cordas de segurança; como você poderar testificar em mais esse vídeo abaixo.
Três deles foram capturados pela Polícia Militar após cerco com o auxílio do helicóptero Águia, a defesa técnica do trio argumentou no depoimento que os organizadores possuíam "vasta experiência" na modalidade do rope jump e que aquela tratava-se da "primeira fatalidade" em toda a trajetória do grupo.
A
investigação confirmou que não havia uma empresa jurídica, formal ou registrada
operando o salto. Os investigados utilizavam os nomes de fachada de "Ih
Voei" e "Entre Cordas", cujos perfis nas redes sociais (que
acumulavam milhares de seguidores e já tinham agendas de saltos pagas para os
finais de semana seguintes em SP e MG) foram deletados imediatamente após o
acidente fatal.
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Com apuração do Blog Eterno Aprendiz/Vídeos reprodução do Instagram.





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