OS INIMIGOS NÃO ESTARAM SEGUROS “NEM NAS SUAS CASAS”; AMEAÇA GUARDA REVOLUCIONÁRIA DO IRÃ; CONFIRA

(crédito: foto reprodução "IA" CNN Brasil)


Por: Alvaro Neves.

Postagem publicadas à 1 hora desta terça-feira, 03 de março de 2026.


A Força Quds, unidade responsável pelas operações externas da Guarda Revolucionária do Irã, afirmou nesta segunda-feira (02) que seus inimigos não estarão seguros "nem mesmo em suas próprias casas", no terceiro dia de ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. As informações são do The Times of Israel. As declarações foram divulgadas pela emissora estatal iraniana IRIB, após a morte do líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, anunciada no domingo (01).

Em comunicado transmitido pela TV estatal, a Guarda Revolucionária afirmou que a morte de um de seus líderes “não abalou o Irã” e declarou que a ofensiva continuará “até a derrota total do inimigo”.

A nota da Força Quds diz que “o inimigo deve saber que seus dias felizes acabaram e que não estará seguro em nenhum lugar do mundo, nem mesmo em suas próprias casas”. Segundo o texto, as perdas recentes de integrantes da cúpula iraniana reforçam a disposição do  Teerã em prolongar o confronto.

Do lado estadunidense, o presidente Donald Trump disse que a operação militar pode durar de quatro a cinco semanas e que as forças do país seguem em ações de grande escala no território iraniano.

Em coletiva, Trump atualizou o andamento da ofensiva, chamada de “Operation Epic Fury”. “Hoje, os militares dos Estados Unidos continuam realizando operações de combate em larga escala no Irã para eliminar as graves ameaças representadas à América por este terrível regime terrorista ”, afirmou o líder estadunidense.

O presidente declarou ainda que os objetivos do país são claros. "Primeiro, estamos destruindo as capacidades de mísseis do Irã. Segundo, estamos aniquilando sua marinha. Já derrubamos 10 navios. Terceiro, estamos garantindo que o maior patrocinador do terror no mundo nunca obtenha uma arma nuclear”, enumerou Trump.

O presidente estadunidense ainda afirmou que o cronograma inicial previa quatro a cinco semanas de operação, mas que o país tem capacidade de estender o prazo. “Faremos o que for preciso”, disse.

Ao comentar possíveis retaliações, declarou anteriormente que “é melhor que eles não façam isso, porque, se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”.

No domingo, o Pentágono informou que três militares dos Estados Unidos morreram e cinco ficaram gravemente feridos em um contra-ataque iraniano. Em nota, o Comando Central das Forças Armadas confirmou nesta segunda-feira (02) que um dos feridos não resistiu, elevando para quatro o número de mortos.

“Hoje lamentamos os quatro heroicos militares americanos que foram mortos em ação”, afirmou Trump na entrevista coletiva desta segunda-feira (02).


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Com informações Noticias ao Segundo.

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