EXTRA! EXTRA! RELATOR DA CPMI DO INSS PEDE INDICIAMENTO DE LULINHA (FILHO DO PRESIDENTE LULA) E OUTRAS 217 PESSOAS
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| (crédito: foto reprodução "IA" Agência Senado) |
Postagem públicada às 12h22 desta sexta-feira, 27 de março de 2026.
Deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) realiza nesta sexta-feira (27) a apresentação do relatório final da comissão; decisão do plenário do STF barrou prorrogação do colegiado
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL),
apresenta nesta sexta-feira (27) o seu parecer com pedidos de indiciamentos de
218 pessoas. A análise do relatório final nesta manhã foi marcada após a
decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que derrubou a liminar que permitia a
prorrogação do colegiado.
Entre as recomendações de indiciamento, o relator incluiu o
empresário Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente
da República.
A defesa de Lulinha nega envolvimento em irregularidades e
ele não é formalmente investigado pela PF (Polícia Federal), mas foi mencionado
ao longo das apurações. O nome dele apareceu nas operações de busca e apreensão
contra a empresária Roberta Luchsinger, realizadas em meados de dezembro do ano
passado.
A CPMI não conseguiu avançar na investigação de supostas
“mesadas” ou de viagens que teriam sido custeadas pelo empresário Antônio
Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, apontado como um dos
principais operadores do esquema. Esses indícios e a "proximidade" de
Lulinha com os empresários são citados no parecer.
Gaspar pediu o indiciamento de Lulinha pelos crimes de:
tráfico de Influência; lavagem ou ocultação de bens; organização criminosa; e
partícipe em corrupção passiva.
Uma CPI não tem poder de indicar pessoas, mas pode fazer
recomendações à PGR (Procuradoria-Geral da República) em seu relatório final.
Instalada em 20 de agosto, a comissão de inquérito tem prazo de funcionamento até sábado (28). O relatório de Gaspar conta com 4.340 páginas, é dividido em nove núcleos de investigação e mira empresários, intermediários, servidores, entidades e políticos.
Há ainda recomendação de que a PF (Polícia Federal) aprofunde
as investigações para alguns casos que a CPMI não conseguiu avançar.
A base governista também articulou um relatório alternativo,
que deve ser debatido. A maior divergência entre os parlamentares, segundo o
presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), envolver os pedidos
de indiciamentos.
Ele defende que a comissão aprove um relatório em comum, mas
analise de forma separada (destacada) os trechos em que houver discordância.
Ele não descarta a possibilidade de a votação se estender até a madrugada.
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Com informações CNN Brasil.

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