MORAES NEGA ENCONTRO COM EX-PRESIDENTE DO BRB NA CASA DE VORCARO
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| (crédito: foto reprodução "IA" Agência Brasil) |
Por: Alvaro Neves.
Postagem publica às 6h30 de quarta-feira, 28 de janeiro de 2026.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (27) ter participado de um encontro com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, no primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Mais cedo, o suposto encontro foi noticiado pelo Portal
Metrópoles e teria ocorrido em meio ao processo de tentativa de compra do
Master pelo BRB.
Em nota à imprensa, Moraes classificou a reportagem como
“falsa e mentirosa”.
“A matéria do Portal Metrópoles sobre uma suposta reunião do
ministro Alexandre de Moraes, acompanhado por um assessor, com o então
presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, em um fim de semana do primeiro
semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, é falsa e mentirosa.
Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de
ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”, diz
a nota.
O nome do ministro também foi envolvido em outros episódios
envolvendo o banco. No final do ano passado, o jornal O Globo divulgou uma
reportagem na qual afirmou que Moraes teria defendido a aprovação da operação
de compra durante reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
As reuniões teriam ocorrido antes da decisão do BC que decretou a liquidação do
Master por suspeitas de fraude.
Na ocasião, o ministro disse que as reuniões trataram
exclusivamente da Lei Magnitsky, que foi aplicada pelo governo dos Estados
Unidos contra ele.
Antes da liquidação, o escritório de advocacia Barci de
Moraes, que pertence à família do ministro, prestou serviços ao Master. Em
dezembro do ano passado, a investigação sobre o Banco Master passou a tramitar
no STF.
Em novembro de 2025, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros
acusados foram alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia
Federal (PF) para investigar a concessão de créditos falsos pelo Master,
incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo BRB, banco
público ligado ao governo do Distrito Federal.
De acordo com as investigações, as fraudes podem chegar a R$
17 bilhões.
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Com informações Agência Brasil.

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