EXTRA! EXTRA! LISTA INTERNACIONAL REVELA O SALÁRIO DE LULA, TRUMP, PUTIN, XI E OUTROS PRESIDENTES; CONFIRA

(crédito: arte reprodução "IA" Sociedade Miliatar)

Postagem publicada às 22h23 desta sexta-feira, 23 de janeiro de 2026.

Tem presidente que recebe mais de R$ 8 milhões por ano para liderar o país, provocando comparações globais e chamando atenção de economistas e cidadãos. Veja a seguir quanto ganha o Lula, Donald Trump e outros Chefes de Estado

Lista internacional revela o salário de Lula, Trump, Putin, Xi e outros presidentes em diferentes países e contraste com China e Brasil surpreende

Tem presidente que recebe mais de R$ 8 milhões por ano para liderar o país, provocando comparações globais e chamando atenção de economistas e cidadãos

Os salários de chefes de Estado ao redor do mundo sempre despertam curiosidade, mas uma nova lista internacional escancarou as diferenças gritantes entre os vencimentos e benefícios dos líderes de países como Brasil, Estados Unidos, Singapura, China e Rússia.

Enquanto alguns presidentes recebem cifras milionárias para comandar suas nações, outros ganham valores que surpreendem pela modéstia, considerando o tamanho e a influência de seus países.

O contraste entre os salários pagos em Singapura e na China, por exemplo, é tão grande que gerou debates sobre transparência, prioridades orçamentárias e o custo da liderança política em diferentes culturas.

Singapura lidera ranking com salário milionário para o primeiro-ministro

O primeiro ministro de Singapura, Lawrence Wong, aparece no topo da lista com um salário anual de aproximadamente US$ 1,695 milhão. Convertendo para o real, o valor equivale a aproximadamente R$ 8,7 milhões por ano, considerando a cotação atual do dólar.

Esse montante coloca Singapura como o país que mais paga a seu líder, mesmo sendo uma nação com população e território bem menores que outras potências globais.

O detalhe que mais chamou atenção é que o valor é quase dez vezes maior que o salário do presidente dos Estados Unidos, a maior economia do mundo.

Na Suíça, Karin Keller-Sutter recebe 603.000 dólares por ano, cerca de R$ 3,1 milhões, enquanto Guy Parmelin tem remuneração de 495.000 dólares anuais, aproximadamente R$ 2,5 milhões.

Em Hong Kong, John Lee Ka-chiu aparece com 568.400 dólares por ano, o que dá em torno de R$ 2,9 milhões.

Itália, Alemanha e Austrália mantêm salários elevados

Itália, Alemanha e Austrália seguem na faixa dos países que mantêm salários altos para quem está no comando, reforçando a ideia de que, em algumas democracias consolidadas, a liderança política é tratada como um cargo de grande responsabilidade e também de alto custo.

Na Itália, por exemplo, a remuneração anual da primeira-ministra Giorgia Meloni gira em torno de US$ 540 mil (cerca de R$ 2,8 milhões), enquanto na Alemanha o valor fica próximo de US$ 417 mil (aproximadamente R$ 2,1 milhões).

A Austrália aparece logo atrás, com Anthony Albanese recebendo cerca de US$ 400 mil por ano, mantendo o país no mesmo patamar de remuneração das principais economias ocidentais.

Estados Unidos e outros países desenvolvidos com valores médios

Depois do grupo que lidera o ranking com salários mais altos, aparece uma faixa intermediária formada por países desenvolvidos que, apesar do peso econômico e político, pagam valores considerados mais “moderados” para seus líderes.

É o caso dos Estados Unidos, onde Donald Trump recebe cerca de US$ 400 mil por ano (em torno de R$ 2,1 milhões), um número que chama atenção por ser bem menor do que o de nações como Singapura.

Na mesma linha, países como Áustria e Nova Zelândia mantêm remunerações próximas, na casa de US$ 327 mil e US$ 325 mil anuais (aproximadamente R$ 1,7 milhão), enquanto Japão e Bélgica aparecem logo abaixo, com valores em torno de US$ 320 mil e US$ 309 mil (cerca de R$ 1,6 milhão).

Canadá e Dinamarca completam esse bloco com cifras na faixa de US$ 303 mil e US$ 300 mil por ano, o que equivale a algo próximo de R$ 1,5 milhão, mostrando que mesmo entre países ricos não existe um padrão único de quanto “vale” comandar uma nação.

Luxemburgo, França e Rússia com salários mais modestos

Em um patamar mais abaixo, alguns países chamam atenção por pagarem valores bem mais contidos aos seus líderes, mesmo ocupando posições relevantes no cenário internacional.

Luxemburgo, por exemplo, aparece com uma remuneração anual em torno de US$ 278 mil (cerca de R$ 1,4 milhão), enquanto a França surge com números ainda mais modestos: Emmanuel Macron recebe aproximadamente US$ 215 mil por ano, algo perto de R$ 1,1 milhão.

Já a Rússia entra nessa lista com uma diferença ainda mais evidente, já que Vladimir Putin tem um salário estimado em torno de US$ 125 mil anuais, o equivalente a aproximadamente R$ 650 mil, reforçando como a remuneração oficial pode variar drasticamente de um país para outro.

Espanha e China entre os menores salários

Na parte mais baixa do ranking, Espanha e China aparecem com valores que surpreendem pela diferença em relação às maiores economias do mundo.

Na Espanha, Pedro Sánchez recebe cerca de US$ 105 mil por ano (aproximadamente R$ 550 mil), um número que já fica bem abaixo do padrão visto em outras nações europeias.

Mas é a China que chama ainda mais atenção: Xi Jinping surge com um salário oficial de apenas US$ 22 mil anuais, o menor de toda a lista, equivalente a cerca de R$ 120 mil por ano, alimentando debates sobre como, em alguns regimes, o valor divulgado pode não refletir todos os benefícios e estruturas de poder que cercam o cargo.

Brasil paga menos que países desenvolvidos, mas mais que potências como China e Rússia

No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe cerca de R$ 39 mil por mês, o que totaliza aproximadamente R$ 507 mil por ano, ou cerca de US$ 100 mil na cotação atual.

O valor coloca o Brasil atrás de países como Alemanha, França e Estados Unidos, mas ainda à frente de potências como China e Rússia.

Na Rússia, o presidente Vladimir Putin tem um salário anual estimado em US$ 136 mil. Já na China, o presidente Xi Jinping recebe cerca de US$ 22 mil por ano, um dos menores valores da lista.

Diferenças salariais refletem modelos políticos e prioridades nacionais

As disparidades salariais entre os chefes de Estado não estão ligadas apenas ao tamanho da economia ou da população dos países. Elas refletem também os modelos de governo, a cultura política e as prioridades orçamentárias de cada nação.

Em países como Singapura, o alto salário é justificado como uma forma de atrair talentos do setor privado e evitar corrupção. Já em regimes mais fechados, como o da China, os salários oficiais podem não refletir a realidade dos benefícios recebidos pelos líderes.

No Brasil, o valor pago ao presidente é definido por lei e segue uma lógica de equiparação com os demais poderes, como o Legislativo e o Judiciário.

Comparações internacionais geram debate sobre transparência e meritocracia

A divulgação dos salários dos líderes mundiais reacendeu discussões sobre a transparência na gestão pública e a meritocracia na política.

Enquanto alguns defendem que salários altos são necessários para atrair bons gestores e evitar práticas ilícitas, outros argumentam que valores elevados são incompatíveis com a realidade da maioria da população.

O caso de Singapura, por exemplo, é frequentemente citado como modelo de eficiência administrativa, mas também é alvo de críticas por concentrar poder e recursos em poucas mãos.

Diferença de mais de R$ 8 milhões entre líderes mostra contraste global

A diferença entre o salário de Lawrence Wong, em Singapura, e Xi Jinping, na China, ultrapassa os R$ 8 milhões por ano. Essa disparidade escancara o abismo entre os modelos de remuneração adotados pelos países.

Mesmo entre democracias consolidadas, como Estados Unidos, França e Alemanha, os valores variam bastante, o que mostra que não há um padrão global para o pagamento de chefes de Estado.

O levantamento dos salários dos presidentes ao redor do mundo revela mais do que números: ele expõe as escolhas políticas, culturais e econômicas de cada país.


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Com informações Revista Soceidade Militar. 

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