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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

VEJAM O VÍDEO: APRESENTAÇÃO DA ORQUESTRA DO MAESTRO VALQUER NA INAUGURAÇÃO DA PRAÇA DAS ÁGUAS





_Vamos relembrar? Na semana que antecedia as festas  natalinas a administração do prefeito Alair Corrêa viveu um dos momentos de maior emoção, ao realizar a inauguração da Praça das Águas na Praia do Forte com uma bela apresentação da Orquestra Sinfónica do Projeto "Uma Música em Minha Vida", do maestro Valquer. 

_Veja o vídeo:




Texto, foto e vídeo: Álvaro Neves e Fátima Neves

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A 1ª EDIÇÃO DO PROJETO "ESPORTE SEM LIMITE! COMEÇA NESTA SEXTA-FEIRA EM TAMOIOS




Evento promovido pela Secretaria de Educação reúne 18 instituições do distrito

A Prefeitura de Cabo Frio realiza, a partir desta sexta-feira (22/8), a primeira edição do projeto “Esporte sem Limites”. Desenvolvido pelo Núcleo de Gerência Educacional de Tamoios – ligado à Secretaria Municipal de Educação – o “I Esporte sem Limites” é uma competição saudável que reúne 15 escolas de Tamoios, mais a APAE, o Centro de Educação Especial Integrado Prof. Durval Silva e a Superintendência do Idoso em disputas de diversas modalidades. A abertura oficial está marcada para as 10h, no Ginásio Poliesportivo João Augusto Teixeira, em Tamoios.

Durante a abertura, todas as 18 instituições participantes serão apresentadas com suas delegações em uma grande festa. Serão seis dias de torneios esportivos, sempre a partir das 9h no Ginásio Poliesportivo João Augusto Teixeira. Dentre as modalidades estão: pula-pula, handball, vôlei, atletismo, queimado e muito mais. Todos os Segmentos de Ensino estarão representados. Apesar da disciplina de Educação Física não fazer parte da grade curricular dos alunos de Educação Infantil e do primeiro segmento do Ensino Fundamental, eles participam com as atividades recreativas que já são trabalhadas nas escolas.

De acordo com a professora Juciara Noronha, superintendente de Educação do Distrito de Tamoios, diversos objetivos foram considerados na organização do projeto: um deles foi promover a integração entre os alunos e ainda resgatar algumas brincadeiras que rapidamente deixaram de fazer parte do cotidiano da garotada para dar espaço aos smartphones e tablets. Porém, o principal, foi oportunizar novas escolhas aos jovens e crianças, propondo um caminho diferente das drogas.

– A luta contra as drogas é tarefa árdua, mas não podemos fraquejar. É emergencial buscarmos ações para combater esse mal que vem assolando famílias e destruindo nossos jovens. Como educadores, não podemos cruzar os braços para essa realidade e uma das formas mais eficazes contra as drogas é a adoção de hábitos saudáveis, através do esporte e, principalmente, na escola – explica Juciara.

O encerramento já está marcado para o dia 20 de setembro de 2014, às 10h, também no Ginásio. A data foi escolhida para celebrar o Dia Internacional do Portador de Necessidades Especiais, com atividades para as crianças da APAE e da Casa do Aluno.

Confira a programação:

22 de Agosto
ABERTURA COM APRESENTAÇÃO DAS EQUIPES QUE COMPETIRÃO – Todas as delegações – Poliesportivo – Manhã

23 de Agosto
PULA PULA – Educação Infantil – Poliesportivo – Manhã

28 de Agosto – HANDBALL/VÔLEI – 6º ao 9º ano/Ens. Médio. – Poliesportivo – Manhã

3 de setembro
ATLETISMO – 1º ao 5º ano – Poliesportivo – Manhã
CIRCUITO – Revezamento, 100m rasos e salto em distância – 1º ao 5º ano – Poliesportivo – Tarde

4 de setembro
FUTSAL E CHUTE A GOL – 1º ao 5º ano – Poliesportivo (horário a ser definido)

5 de setembro
QUEIMADO – 1º ao 5º ano – Poliesportivo (horário a ser definido)

11 de setembro
FUTSAL – 6º ao 9º ano/Ensino Médio – Poliesportivo (horário a ser definido)

20 de Setembro
Dia Internacional do Portador de Necessidades Especiais e fechamento do Projeto – Equipe da APAE e Casa do Aluno – Poliesportivo – Manhã


Texto: Anneliese Lobo | Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Educação

PAM DE SÃO CRISTOVÃO RECEBE MELHORIA PARA CONFORTO DOS PACIENTES

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 PAM recebe melhorias para conforto dos pacientes
O prédio em São Cristóvão recebeu nova pintura, aparelhos de ar condicionado nos consultórios, novas cadeiras para espera e uma nova recepção, dentre outras melhorias

A Prefeitura de Cabo Frio acaba de finalizar uma série de melhorias no Posto de Atendimento Médico de São Cristóvão (PAM) para conforto e melhor atendimento aos pacientes que procuram aquela unidade de saúde para atendimento médico.

As melhorias foram indicadas e supervisionadas pela Secretaria de Saúde. O prédio recebeu nova pintura, aparelhos de ar condicionado nos consultórios, novas cadeiras para espera e uma nova recepção. Ar condicionado nos consultórios, pintura, novas cadeiras para espera e uma recepção renovada.

- As instalações elétricas também foram revisadas para suportar o funcionamento dos aparelhos de ar condicionado, colocamos cadeiras novas e pintamos o prédio, tanto a parte externa quanto a interna. Todas as melhorias foram feitas visando o conforto dos nossos pacientes, disse o diretor da unidade – Antônio Marcos Durães.

Por semana, passam pelo PAM, cerca de dois mil pacientes que têm as consultas agendadas através da Central de Marcação de Consultas, ou são encaminhados pelos ESfs - Estratégia de Saúde da Família - para atendimento médico em mais de 30 especialidades. Além das consultas, também são realizados no PAM exames como ecodoppler venoso, ecocardiograma, tomografia, raio x, mamografia, mapa e teste de esforço. Recentemente, a Unidade também passou a realizar exames ultrassonografia para agilizar o atendimento e reduzir a demanda no Centro de Saúde Oswaldo Cruz e no Hospital do Jardim Esperança.

- A realização desses exames aqui no PAM, desde maio, vem agilizando o atendimento, já que o paciente sai da consulta com o pedido, pega a autorização e já agenda o procedimento, que é realizado no mesmo lugar – concluiu Antônio Marcos Durães.

Texto: Alexandra de Oliveira | Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde


Fotos: Til Santos

SECRETÁRIO GERAL DO SINDVALORES-RJ HUMBERTO ROCHA REALIZA MAIS UMA INSPEÇÃO ORIENTADORA A SEDE SINDICAL DA CIDADE DE CABO FRIO


     


         _Mais uma vez o sindicalista Humberto Rocha realiza uma inspeção  orientadora a sede do (SINDVALORES-RJ) Sindicato Inter municipal dos Empregados em Empresas de transportadoras de Valores em Carros Forte, Escoltas Armadas, Trabalhadores de Valores em Carro Leves, ATM do Interior do Estado do Rio de Janeiro situada na cidade de Cabo Frio;  Instituição onde o referido sindicalista exerce a função de secretário geral. 

     _O sindicalista Humberto Rocha durante inspeção orientadora a sede sindical, concedeu uma entrevista ao Blog Alvaro Neves "O Eterno Aprendiz", com mensagem contundente à classe trabalhadora do interior do Estado do Rio de Janeiro.


     _Vejam em postagem futura as implementações e ações realizada pelo sindicalista Humberto Rocha, nesta quinta-feira (21), contendo  vídeo da entrevista do sindicalista onde o mesmo emite uma mensagem contundente a toda a classe trabalhadora. 

ALAIR CORRÊA (PRESIDENTE DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PP), CONVIDA PARA UMA REUNIÃO NA ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CABOFRIENSE SEXTA- FEIRA 22/08 ÀS ÀS 19h

AGENDA DO CANDIDATO AO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MARCELO CRIVELLA PARA ESSA QUINTA-FEIRA (21/08)



Agenda do candidato ao governo do estado, Marcelo Crivella

21 de agosto (quinta-feira)

19h: entrevista ao vivo para o RJTV 2ª edição, na Rede Globo


OBS.: Cronograma sujeito a alteração.  

CANDIDATO MARCELO CRIVELLA QUER INVESTIR EM CONDOMINIO POPULAR NA ZONA NORTE




Durante caminhada na tarde desta quarta-feira (20/8), em Vicente de Carvalho, na Zona Norte, Marcelo Crivella, candidato do PRB ao governo do estado, anunciou a intenção de construir grandes condomínios populares na região:

- Podemos adensar as cidades, verticalizando-as, construindo moradias populares em bairros da Zona Norte, região com muitas residências baixas. Podem ser prédios de quatro andares, com apartamentos entre 70 e 80 metros quadrados. Isso resolveria por completo o problema das favelas se as pessoas se dispusessem a viver nesses condomínios - afirmou Crivella.

Questionado sobre a necessidade de o governo fazer intervenções no Morro do Juramento, localizado no bairro, Crivella afirmou que aquela comunidade tem o perfil para receber as obras do Comento Social, programa de habitação popular criado por ele e que transforma barracos em moradias dignas, em apenas três dias, incluindo toda a mobília.

Morador do bairro, Celso da Silva, de 37 anos, militar do Exército, enxerga muitos valores positivos no trabalho politico desenvolvido por Crivella:

- O Crivella é muito competente. Ele é a pessoa certa para fazer as mudanças de atitude tão necessárias no governo do estado - pediu Celso.


Pela manhã, Crivella foi entrevistado na Rádio CBN, e apresentou suas propostas ao povo do Rio de Janeiro, como a construção do novo centro administrativo do estado, na Zona Portuária, e os investimentos necessários em segurança pública, como a manutenção e ampliação das UPPs e a criação do Batalhão de Motociclistas, ideia incorporada de seu vice, o general Abreu, que foi responsável pela segurança do Papa Francisco, no Rio, durante a Jornada Mundial da Juventude.

AGENDA DO CANDIDATO AO GOVERNO DO ESTADO ANTHONY GAROTINHO PARA ESSA QUINTA-FEIRA (21/08)





QUINTA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2014

10h - Carreata na Cidade de Deus
Ponto de encontro: Praça Daniel ("Praça dos Apartamentos")
Endereço: Rua Daniel, s/n° - Cidade de Deus.

15h - Participa de encontro com empresários da ACRJ
Local: Associação Comercial do Rio de Janeiro 
Endereço: Rua da Candelária, nº 09/ 12º andar - Auditório Ruy Barreto/ Centro

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

MARINA CANDIDATA: PSB PERDEU PRESIDÊNCIA HOJE




Partido formaliza na noite desta quarta-feira 20 chapa presidencial com Marina Silva, em substituição a Eduardo Campos, e socialista Beto Albuquerque como vice; ex-ministra indica, logo na primeira hora, deputado Walter Feldman como coordenador, avisa que não subirá em todos os palanques articulados pelo ex-governador e impõe seu estilo sobre presidente Roberto Amaral; "Perdemos a eleição hoje, disse um auxiliar dos socialistas, subindo as escadas da sede nacional do PSB", relata o diretor do 247 em Brasília, Paulo Moreira Leite; "A candidata não é do PSB, não pensa como o PSB, não tem muitos amigos no PSB nem irá governar, em caso de vitória, com o PSB", enumera ele; "Marina é Rede"


Paulo Moreira Leite _247 -Momentos antes da candidatura de Marina Silva ser oficializada, em evento marcado para esta quarta-feira, o Partido Socialista Brasileiro enfrentava um ambiente menos festivo do que se poderia imaginar. Para além de toda dor provocada pela morte de Eduardo Campos, um líder que soube se impor pela força de mando mas também pela capacidade de oferecer respostas políticas que agradaram a maioria do partido, ficou uma questão grande demais para ser ignorada, mas grave demais para ser discutida abertamente. A candidata não é do PSB, não pensa como o PSB, não tem amigos no PSB nem irá governar, em caso de vitória, com o PSB. Marina é Rede.

Perdemos a eleição hoje, disse um auxiliar dos socialistas, subindo as escadas da sede nacional do PSB, em Brasília — que fica numa sobreloja da Asa Norte, num conjunto de salas que, pelo caráter austero, lembra uma escola de computação. "O que é combinado não é caro," afirmou o governador do Espírito Santo, Renato Casa Grande, ao chegar, depois de participar, no Lago Sul, de uma reunião de dirigentes do partido com a própria Marina. Nem todos os detalhes do acordo entre Marina e o PSB são conhecidos e é provável que muitos deles jamais se tornem públicos. O certo é que, ao longo do dia, os dirigentes do PSB se encarregaram de amassar, embrulhar e colocar na lata do lixo uma ideia exótica que havia circulado na véspera — a de obrigar a candidata a assinar uma carta com compromissos com o partido sob condição de garantir sua candidatura.

Marina Silva não se tornou candidata presidencial porque o PSB queria mas porque não possuía outra opção. Ainda que a candidatura de Eduardo Campos desse a impressão de ter chegado a seu teto sem mostrar-se competitiva — pelo menos antes do início do horário político — seu circulo próximo nunca deixou de acreditar em suas próprias chances de ganhar a Presidência da República. A tese é conhecida: Eduardo seria capaz de bater Aécio no primeiro turno em função do desgaste tucano e, na segunda fase, carregar os votos do PSDB para vencer Dilma. Embora vista com relativa incredulidade fora do PSB, em suas fileiras essa visão era alimentada e repetida cotidianamente, numa narrativa que o jornalista Alon Fewerwerker, coordenador da campanha, conseguia defender com lucidez e argumentos racionais.

Se era assim com um candidato que nos bons momentos das pesquisas mal chegava perto dos dois dígitos de intenção de voto, não é difícil pensar que Marina possa conseguir a mesma coisa. Ela não só obteve o dobro em 2010 como deixou as pesquisas — quando oficialmente também deixou de ser candidata — com 27% das preferências. A Marina de 2014 não é a mesma de 2010. É aquela que pode ser vitaminada pelos protestos de 2013, que enxerga em sua candidatura um caráter anti-sistema e anti-políticos — e até agora não deu mostras de fazer qualquer objeção a presença de um núcleo de auxiliares ultra-conservadores que têm dado as cartas nos debates econômicos, aquela área de qualquer governo que envolve salários, emprego, programas sociais e outras decisões que afetam para melhor ou para pior a vida da população mais pobre.

O PSB tentou resistir a Marina e fez isso enquanto era possível imaginar que se tratava de uma perspectiva realista. Durou pouco. No ano passado, o senador Rodrigo Rollemberg, candidato ao governo do Distrito Federal, foi quem levou a Eduardo Campos o recado de que, após a reprovação da Rede no TSE, Marina Silva mandava dizer que queria preencher a ficha do partido — e ouviu, como primeira reação, uma pergunta que ficaria célebre: "você já bebeu?" Em 2014, candidato junto a um eleitorado fiel a Marina, qualquer que seja seu partido, Rollemberg foi um dos raros partidários de sua candidatura presidencial no primeiro momento. Outros dirigentes, com peso e liderança, vieram depois. Eles temiam ser prejudicados pelo boicote de Marina a suas alianças, como o acordo com Geraldo Alkcmin em São Paulo.


A rendição a nova candidatura se fez em nome da mais preciosa e fugaz mercadoria da vida política. Não é o poder, como muitos pensam. Mas a perspectiva de poder, como já entenderam os profissionais do ramo. Se o poder impõe limites e restrições, pois é preciso fazer escolhas, definir prioridades e dizer "não", por mais que isso seja desagradável, a perspectiva do poder contém uma aura de sonho, de alcance infinito. Foi por causa dela que os socialistas não puderam recusar o apoio a Marina e deram aquele passo em que mesmo uma eventual vitória também irá significar uma estranha derrota, com a qual não contavam — pelo menos agora.

CANDIDATOS FALAM SOBRE TERRITÓRIOS POPULARES EM DEBATE NA TV BAND

CONTINUA A PROCURA INCESSANTE PELAS DOCUMENTAÇÕES PARA A LEGALIZAÇÃO E EFETIVAÇÃO DAS FUNÇÕES DOS ACE / ACS DO MUNICIPIO DE CABO FRIO



      _Na tarde desta quarta-feira (20) dando sequência a procura dos documentos com a finalidade de acelerar a regularização, legalização e efetivação da função dos funcionários municipais ACE E ACS. A advogada Rafaella Farias representante legal do jurídico da Prefeitura de Cabo Frio, em companhia da Comissão de sele citação dos ACE e ACS, comissão essa representada pelos agentes de saúde Fernando, Tamires e Renata e o senhor Manoel Crispim represente sindical da classe trabalhadora em nossa região, realizaram uma procura pelos documentos nos arquivos Do Hospital Municipal das Crianças de Cabo Frio. 


      _Vale apena ressaltar que a referida procura foi uma iniciativa própria da Doutora Rafaella Faria, com orientação e permissão do secretário de governo Dirlei Pereira, sendo a referida procura acompanhada pelo diretor administrativo do Hospital Municipal das Crianças de Cabo Frio o senhor Alex Bento, durante todos os seus procedimentos.

PREFEITURA DE CABO FRIO REALIZA FISCALIZAÇÃO SOBRE RECOLHIMENTO DE ISS



Operação está sendo desenvolvida pela Secretaria de Fazenda para diminuir a inadimplência do imposto e aumentar a arrecadação municipal

A Prefeitura de Cabo Frio iniciou uma grande operação para fiscalizar o recolhimento do Imposto Sobre Serviços (ISS). A ação é coordenada pela Secretaria de Fazenda e tem como objetivo orientar os contribuintes e verificar a regularidade das empresas, atestando se estas estão devidamente inscritas no cadastro municipal, e se possuem alvará de localização e funcionamento.

A meta é diminuir a inadimplência em relação ao tributo, a fim de aumentar a arrecadação do município. Sob a coordenação da Assessoria Administrativa-Tributária da Secretaria de Fazenda, os fiscais fazendários estão em atuação em seis áreas específicas: o Aeroporto Internacional; os planos de saúde; os cartórios; as casas noturnas; as agências bancárias; e as academias.

A fiscalização nas casas noturnas também já teve início. A primeira da lista foi o Espaço Prime, na Praia do Siqueira. Na ocasião, os fiscais verificaram se a capacidade do local correspondia à prevista no certificado de aprovação emitido pelo Corpo de Bombeiros, e se o movimento da bilheteria estava sendo corretamente computado para fins de recolhimento do ISS aos cofres do Município.

Os cartórios de Cabo Frio, por sua vez, já foram notificados para adequar a forma de recolhimento do ISS, fato este questionado e ainda pendente de julgamento administrativo.

Além das ações já em andamento, as equipes da Assessoria Administrativa-Tributária da Secretaria de Fazenda fiscalizaram alguns dos bancos com agências na cidade. Somente nesta ação, as autuações já chegam a um valor superior a R$ 10 milhões.

Fotos: Divulgação/SECFAZ​

REPÓRTER MIRIAM LEITÃO CONTA COMO NA ÉPOCA DA DIDATURA, GRÁVIDA E NUA FOI TURTURADA COM UMA JIBÓIA





Por muito tempo, a jornalista Míriam Leitão não quis contar como foi sua prisão na época da ditadura. “Para não parecer que me vitimizo'', Míriam me disse há pouco.

Com altivez, ela denunciou os torturadores quando foi interrogada na Justiça Militar, nos anos 1970. Como tantas militantes que combateram a covardia, Míriam é mulher de verdade.

Uma das virtudes dos grandes repórteres é a persistência. E Luiz Cláudio Cunha é um grande repórter. O gaúcho persistiu e convenceu a mineira a falar sobre a quadra sombria em que penou nas mãos da barbárie.
Grávida, Míriam foi torturada nua. Trancaram-na com uma cobra.

É muito provável que um dos seus algozes tenha sido Paulo Malhães, o coronel do Exército morto meses atrás, depois de revelar atrocidades perpetradas contra seres humanos indefesos que ele e seus comparsas torturaram e mataram.

O depoimento histórico de Míriam Leitão a Luiz Cláudio Cunha e a reportagem que acompanha as memórias da ex-presa política estão no site do “Observatório da Imprensa'' (aqui).

Abaixo, o blog publica o que Míriam narrou a Luiz Cláudio:
( O blog está no Facebook e no Twitter )
*

'Eu sozinha e nua. Eu e a cobra. Eu e o medo'
Eu morava numa favela de Vitória, o Morro da Fonte Grande. Num domingo, 3 de dezembro de 1972, eu e meu companheiro na época, Marcelo Netto, estudante de Medicina, acordamos cedo para ir à praia do Canto, próxima ao centro da capital. Acordei para ir à praia e acabei presa na Prainha. É o bairro que abriga o Forte de Piratininga, essa construção bonita do século 17. Ali está instalado o quartel do 38º Batalhão de Infantaria do Exército, do outro lado da baía.

Eu tinha dado quatro plantões seguidos na redação da rádio Espírito Santo e já tinha quase um ano de profissão. Eu vestia uma camisa branca larga, de homem, sobre o biquini vermelho. Caminhando pela Rua Sete em direção à praia, alguém gritou de repente:

– Ei, Marcelo?

Nos viramos e vimos dois homens correndo em nossa direção com armas. Eu reconheci um rosto que vira em frente à Polícia Federal. Meu ônibus sempre passava em frente à sede da PF e eu tentava guardar os rostos.

– É a Polícia Federal – avisei ao Marcelo

Em instantes estávamos cercados. Apareceram mais homens, mais um carro. Voltei a perguntar:

– O que está acontecendo?

Eles nos algemaram e empurraram o Marcelo para o camburão. Era uma camionete Veraneio, sem identificação. Eu tive uma reação curiosa: antes que me empurrassem sentei no chão da calçada e comecei a gritar, a berrar como louca, queria chamar a atenção das pessoas na rua. Mas ainda era cedo, manhã de domingo, havia pouca gente circulando. Achava que quanto mais gente visse aquela cena, mais chances eu teria de sair viva. Como eu berrava, me puxaram pelos cabelos, me agarraram para me colocar no carro. Eu, ainda com aquela coisa de Justiça na cabeça, reclamei:

– Moço, cadê a ordem de prisão?

O homem botou a metralhadora no meu peito e respondeu com outra pergunta:

– Esta serve?

As algemas eram diferentes, eram de plástico, e estavam muito apertadas, doíam no pulso. Viajamos sem capuz, eu e Marcelo, em direção a Vila Velha, onde fica o quartel do Exército. Eu ainda achava que não era nada comigo, que o alvo era o Marcelo. Ele estava no quarto ano de Medicina e tinha acabado de liderar a única greve de estudantes do país daquele ano, que trancou por dois dias as aulas na universidade de Vitória e paralisou os trabalhos no Hospital de Clínicas. Achei que estava presa só porque estava indo à praia com o Marcelo.

A Veraneio entrou no pátio do quartel, o batalhão de infantaria. Nos levaram por um corredor e nos separaram. Marcelo foi viver seu inferno, que durou 13 meses, e eu o meu. Sobre mim jogaram cães pastores babando de raiva. Eles ficavam ainda mais enfurecidos quando os soldados gritavam: “Terrorista, terrorista!”. Pareciam treinados para ficar mais bravos quando eram incitados pela palavra maldita. De repente, os soldados que me cercavam começaram a cantar aquela música do Ataulfo Alves: “Amélia não tinha a menor vaidade/ Amélia é que era mulher de verdade”. Só então percebi que minha prisão não era um engano. “Amélia” era o codinome que o meu chefe de ala no PCdoB tinha escolhido pra mim: “Você, a partir de agora, vai se chamar Amélia”. Quis reagir na hora, afinal não tenho nada de Amélia, mas não quis discordar logo na primeira reunião com o dirigente.

O comandante do batalhão era o coronel Sequeira [tenente-coronel Geraldo Cândido Sequeira, que exerceu o comando do 38º BI entre 10 de março de 1971 a 13 de março de 1973], que fingia que mandava, mas não via nada do que acontecia por lá. O homem que de fato mandava naquele lugar, naquele tempo, era o capitão Guilherme, o único nome que se conhecia dele. Ele era o chefe do S-2, o setor de inteligência do batalhão. Todos os interrogatórios e torturas estavam sob a coordenação dele. Ele pessoalmente nada fazia, mas a ele tudo era comunicado. Nesse primeiro dia me deu um bofetão só porque eu o encarei.

– Nunca mais me olhe assim! – avisou.

Fui levada para uma grande sala vazia, sem móveis, com as janelas cobertas por um plástico preto. Com a luz acesa na sala, vi um pequeno palco elevado, onde me colocaram de pé e me mandaram não recostar na parede. Chegaram três homens à paisana, um com muito cabelo, preto e liso, um outro ruivo e um descendente de japonês. Mandaram eu tirar a roupa. Uma peça a cada cinco minutos. Tirei o chinelo. O de cabelo preto me bateu:

– A roupa! Tire toda a roupa.

Fui tirando, constrangida, cada peça. Quando estava nua, eles mandaram entrar uns 10 soldados na sala. Eu tentava esconder minha nudez com as mãos. O homem de cabelo preto falou:

– Posso dizer a todos eles para irem pra cima de você, menina. E aqui não tem volta. Quando começamos, vamos até o fim.

Os soldados ficaram me olhando e os três homens à paisana gritavam, ameaçando me atacar, um clima de estupro iminente. O tempo nessas horas é relativo, não sei quanto tempo durou essa primeira ameaça. Viriam outras.

Eles saíram e o homem de cabelo preto, que alguém chamou de Dr. Pablo, voltou trazendo uma cobra grande, assustadora, que ele botou no chão da sala, e antes que eu a visse direito apagaram a luz, saíram e me deixaram ali, sozinha com a cobra. Eu não conseguia ver nada, estava tudo escuro, mas sabia que a cobra estava lá. A única coisa que lembrei naquele momento de pavor é que cobra é atraída pelo movimento. Então, fiquei estática, silenciosa, mal respirando, tremendo. Era dezembro, um verão quente em Vitória, mas eu tremia toda. Não era de frio. Era um tremor que vem de dentro. Ainda agora, quando falo nisso, o tremor volta. Tinha medo da cobra que não via, mas que era minha única companhia naquela sala sinistra. A escuridão, o longo tempo de espera, ficar de pé sem recostar em nada, tudo aumentava o sofrimento. Meu corpo doía.

Não sei quanto tempo durou esta agonia. Foram horas. 

Eu não tinha noção de dia ou noite na sala escurecida pelo plástico preto. E eu ali, sozinha, nua. Só eu e a cobra. Eu e o medo. O medo era ainda maior porque não via nada, mas sabia que a cobra estava ali, por perto. Não sabia se estava se movendo, se estava parada. Eu não ouvia nada, não via nada. Não era possível nem chorar, poderia atrair a cobra. Passei o resto da vida lembrando dessa sala de um quartel do Exército brasileiro. Lembro que quando aqueles três homens voltaram, davam gargalhadas, riam da situação. Eu pensava que era só sadismo. Não sabia que na tortura brasileira havia uma cobra, uma jiboia usada para aterrorizar e que além de tudo tinha o apelido de Míriam. Nem sei se era a mesma. Se era, talvez fosse esse o motivo de tanto riso. Míriam e Míriam, juntas na mesma sala. Essa era a graça, imagino.

Dr. Pablo voltou, depois, com os outros dois, e me encheu de perguntas. As de sempre: o que eu fazia, quem conhecia. Me davam tapas, chutes, puxavam pelo cabelo, bateram com minha cabeça na parede. Eu sangrava na nuca, o sangue molhou meu cabelo. 

Ninguém tratou de minha ferida , não me deram nenhum alimento naquele dia, exceto um copo de suco de laranja que, com a forte bofetada do capitão Guilherme, eu deixei cair no chão. Não recebi um único telefonema, não vi nenhum advogado, ninguém sabia o que tinha acontecido comigo, eu não sabia se as pessoas tinham ideia do meu desaparecimento. Só três dias após minha prisão é que meu pai recebeu, em Caratinga, um telefonema anônimo de uma mulher dizendo que eu tinha sido presa. Ele procurou muito e só conseguiu me localizar no fim daquele dezembro. Havia outros presos no quartel, mas só ao final de três semanas fui colocada na cela com a outras presas: Angela, Badora, Beth, Magdalena, estudantes, como eu.

Fiquei 48 horas sem comer. Eu entrei no quartel com 50 kg de peso, saí três meses depois pesando 39 kg. Eu cheguei lá com um mês de gravidez, e tinha enormes chances de perder meu bebê. Foi o que médico me disse, quando saí de lá, com quatro meses de gestação. Eu estava deprimida, mal alimentada, tensa, assustada, anêmica, com carência aguda de vitamina D por falta de sol. Nada que uma mulher deve ser para proteger seu bebê na barriga. Se meu filho sobrevivesse, teria sequelas, me disse o médico.

– A má notícia eu já sei, doutor, vou procurar logo um 
médico que me diga o que fazer para aumentar as chances do meu filho.

Mas isso foi ao sair. Lá dentro achei que não havia chance alguma para nós. Eu era levada de uma sala para outra, numa área administrativa do quartel, onde passava por outras sessões de perguntas, sempre as mesmas, tudo aos gritos, para manter o clima de terror, de intimidação. Na noite seguinte, atravessei a madrugada com uma sessão de interrogatório pesado, o Dr. Pablo e os outros dois berrando, me ameaçando de estupro, dizendo que iam me matar. Um dia achei que iria morrer. Entraram no meio da noite na cela do forte para onde eu fui levada após esses dois dias. Falaram que seria o último passeio e me levaram para um lugar escuro, no pátio do quartel, para simular um fuzilamento. Vi minha sombra refletida na parede branca do forte, a sombra de um corpo mirrado, uma menina de apenas 19 anos. Vi minha sombra projetada cercada de cães e fuzis, e pensei: “Eu sou muito nova para morrer. Quero viver”.

Um dia, um outro militar, que não era nenhum daqueles três, botou um revólver na minha cabeça e falou: “Eu posso te matar”. E forçou aquele cano frio na minha testa. Me deu um sentimento enorme de solidão, de abandono. Eu me senti absolutamente só no mundo. Pela falta de notícias, imaginava que o Marcelo estava morto. Entendi que iria morrer também e que ninguém saberia da minha morte, pensei. Mas não quis demonstrar medo. Lembro que o homem do revólver tinha olhos azuis. Olhei nos seus olhos e respondi: “Sim, você pode pode me matar”. E repeti, falando ainda mais alto, com ar de desafio: “Sim, você pode!”

Um dos interrogatórios foi feito na sala do capitão Guilherme, o S-2 que mandava em todos ali. Era noite, ele não estava, e me interrogaram na sala dele. Lembro dela porque havia na parede um quadro com a imagem do Duque de Caxias. Estava ainda com o biquíni e a camisa, era a única roupa que eu tinha, que me protegia. Nessa noite, na sala, de novo fui desnudada e os homens passaram o tempo todo me alisando, me apalpando, me bolinando, brincando comigo. Um deles me obrigou a deitar com ele no sofá. Não chegaram a consumar nada, mas estavam no limite do estupro, divertindo-se com tudo aquilo.

Eu estava com um mês de gravidez, e disse isso a eles. Não adiantou. Ignoraram a revelação e minha condição de grávida não aliviou minha condição lá dentro. Minha cabeça doía, com a pancada na parede, e o sangue coagulado na nuca incomodava. Eu não podia me lavar, não tinha nem roupa para trocar. Quando pensava em descansar e dormir um pouco, à noite, o lugar onde estava de repente era invadido, aos gritos, com um bando de pastores alemães latindo na minha cara. Não mordiam, mas pareciam que iam me estraçalhar, se escapassem da coleira. E, para enfurecer ainda mais os cães, os soldados gritavam a palavra que enlouquecia a cachorrada: “Terrorista, terrorista!…”

As primeiras três semanas que passei lá foram terríveis. Só melhorou quando o Dr. Pablo e seus dois companheiros foram embora. Entendi então que eles não pertenciam ao quartel de Vila Velha. Tinham vindo do Rio, é o que chegaram a conversar entre eles, em papos casuais: “E aí, quando voltarmos ao Rio, o que a gente vai fazer lá…” Isso fazia sentido, porque o quartel de Vila Velha integra o Comando do I Exército, hoje Comando do Leste, que tem o QG no Rio de Janeiro.
Quando o trio voltou para o Rio, a situação ficou menos ruim. Eles já não tinham mais nada para perguntar. Me tiraram da cela da fortaleza e me levaram para a cela coletiva. Foi melhor. Na cela do forte não havia janelas, a porta era inteiriça e minhas companhias eram apenas as baratas. Fiz uma foto minha, agora em 2011, ao lado da porta.

Até que chegou o dia de assinar a confissão, para dar início ao IPM, o inquérito policial-militar que acontecia lá mesmo, dentro do quartel. Me levaram para a sala do capitão Guilherme, o S-2, e levei um susto. Lá estava o Marcelo, que eu pensava estar morto. Os militares saíram da sala e nos deixaram sozinhos. Quando eu fui falar alguma coisa, o Marcelo me fez um sinal para ficar calada. Ele levantou, foi até a parede e levantou o quadro do Duque de Caxias. Estava cheio de fios e microfones lá atrás. Era tudo grampo.

Depois disso, o Marcelo foi levado para o Regimento Sampaio, na Vila Militar, no Rio de Janeiro, e lá ficou nove meses numa solitária. Sem banho de sol, sem nada para ler, sem ninguém para conversar. Foi colocado lá para enlouquecer. Nove longos e solitários meses… Nós, todos os presos, e os que já estavam soltos nos encontramos mais ou menos em junho na 2ª Auditoria da Aeronáutica, para o que eles chamam de sumário de culpa, o único momento em que o réu fala. Eu com uma barriga de sete meses de gravidez. O processo, que envolvia 28 pessoas, a maioria garotos da nossa idade, nos acusava de tentativa de organizar o PCdoB no estado, de aliciamento de estudantes, de panfletagem e pichações. Ao fim, eu e a maioria fomos absolvidos. O Marcelo foi condenado a um ano de cadeia. Nunca pedi indenização, nem Marcelo. Gostaria de ouvir um pedido de desculpas, porque isso me daria confiança de que meus netos não viverão o que eu vivi. É preciso reconhecer o erro para não repeti-lo. As Forças Armadas nunca reconheceram o que fizeram.

Nunca mais vi o capitão Guilherme, o S-2 que comandou tudo aquilo. Uma vez ele apareceu no Superior Tribunal Militar como assessor de um ministro. Marcelo foi expulso do curso de Medicina, após a prisão, e virou jornalista. Fomos para Brasília em 1977. Por ironia do destino, Marcelo só conseguiu vaga de repórter para cobrir os tribunais. E lá no STM, um dia, ele reviu o capitão Guilherme. Depois disso, não soubemos mais dele. Nem sei se o S-2 ainda está vivo.

O que eu sei é que mantive a promessa que me fiz, naquela noite em que vi minha sombra projetada na parede, antes do fuzilamento simulado. Eu sabia que era muito nova para morrer. Sei que outros presos viveram coisas piores e nem acho minha história importante. Mas foi o meu inferno. Tive sorte comparado a tantos outros.

Sobrevivi e meu filho Vladimir nasceu em agosto forte e saudável, sem qualquer sequela. Ele me deu duas netas, Manuela (3 anos) e Isabel (1). Do meu filho caçula, Matheus, ganhei outros dois netos, Mariana (8) e Daniel (4). Eles são o meu maior patrimônio.

Minha vingança foi sobreviver e vencer. Por meus filhos e netos, ainda aguardo um pedido de desculpas das Forças Armadas. Não cultivo nenhum ódio. Não sinto nada disso. Mas, esse gesto me daria segurança no futuro democrático do país. [Depoimento a Luiz Cláudio Cunha]


Fonte: Blog Mário Magalhães 

AGENDA DO CANDIDATO AO GOVERNO DO ESTADO MARCELO CRIVELLA PARA ESSA QUARTA-FEIRA (20/08)

           



20 de agosto (quarta-feira)

10h30: Entrevista para a CBN Rio 

15h: Caminhada no Calçadão de Bangu
Ponto de encontro: início do calçadão em frente ao Guanabara.


End.: Av.Ministro Ari Franco (transversal c/ Av. Santa Cruz).

AGENDA DO CANDIDATO AO GOVERNO DO ESTADO ANTHONY GAROTINHO PARA ESSA QUARTA-FEIRA (20/08)




QUARTA-FEIRA, 20 DE AGOSTO DE 2014

18h - Entrevista RJ-TV 2ª edição 

Local: TV Globo

Endereço: Rua Von Martius, nº 22 - Jardim Botânico

Obs: A entrevista será conduzida pela pela jornalista Ana Luiza Guimarães e terá duração de 8 minutos (todo o segundo bloco). 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O CANDIDATO MARCELO CRIVELLA PRETENDE REVITALIZAR O BAIRRO DE SÃO CRISTOVÃO




Tradicional bairro do Rio de Janeiro, que abrigou a família real, São Cristóvão vai merecer atenção especial do senador Marcelo Crivella, candidato do PRB ao governo do Rio. Ao panfletar na saída das estações de trem e metrô na manhã desta terça-feira (19/8), Crivella disse que a região será beneficiada com a transformação dos trens suburbanos em metrô de superfície, proposta de seu plano de governo, e com o incentivo ao turismo. Além disso, ele espera revitalizar aquela área, extremamente degradada:

- São Cristóvão já foi um grande polo de indústria têxtil, na década de 60, e tem uma grande vocação turística, mas está completamente degradado. Temos que aproveitar a modernização da zona portuária para incluirmos São Cristóvão nessa revitalização, um bairro que respira história em cada esquina e merece um olhar mais atento dos governantes – afirmou Crivella.

Moradora de Comendador Soares, em Nova Iguaçu, e aniversariante do dia, a diarista Carmem Souza, de 49 anos, recebeu um abraço de Crivella pela data e falou do trabalho do senador do PRB:

- É um grande presente poder conhecer pessoalmente o Crivella. Ele é muito simpático, trata todas as pessoas do mesmo jeito.  Acompanho o trabalho dele e sei que ele pensa sempre no povão, nas pessoas esquecidas pelos governos. Só o trabalho que ele fez na Bahia, colocando água numa região extremamente seca e dando condições de um futuro mais digno a centenas de crianças, já faz dele um grande homem público, de visão 

– disse Carmem.

Sobre a transformação dos trens em metrô de superfície, Crivella votou a lembrar que é possível fazer, bastando para isso vontade política:


- Com menos da metade do valor que estamos gastando para levar o metrô para a Barra, compramos 200 composições, mudamos os dormentes, investimos em uma nova sinalização e acabamos com as passagens de nível. Não vai ser fácil, mas a população merece um esforço nosso – afirmou Crivella.